- A FIA incluiu cinco segundos extras entre a posição no grid e a largada durante os testes de pré-temporada no Bahrein, para facilitar o acionar do turbo com o fim do MGU-H.
- Fred Vasseur, chefe da Ferrari, afirmou estar surpreso com a mudança, que já era conhecida desde o começo e gerou compromissos no desenho do carro da equipe.
- A medida busca assegurar que todos os carros consigam acelerar o turbo a tempo na largada e foi definida após a atividade no Bahrein por motivos de segurança.
- Ayao Komatsu, chefe da Haas, avaliou a mudança positivamente, dizendo que ajuda a mitigar riscos de segurança na largada.
- Mesmo com as alterações, o motor Ferrari mostrou bom desempenho nos treinos de largada.
O chefe da Ferrari, Fred Vasseur, disse estar surpreso com a decisão da FIA de acrescentar cinco segundos entre a posição do último carro no grid e a largada durante a pré-temporada no Bahrein. A mudança ocorreu em meio a ajustes técnicos para a temporada 2026.
A FIA implementou o intervalo para que os carros comecem a acelerar o turbo com segurança, após eliminar a unidade geradora de motor (MGU-H). A medida visa mitigar problemas de partida provocados pelo novo regime de potência das equipes.
Vasseur afirmou que o desenho dos carros da Ferrari já havia sido ajustado para a regra anterior, e que a volta de formação exigiu compromissos de engenharia. O dirigente ressaltou que o tema da largada já era conhecido desde o início do processo regulatório.
Contexto técnico e reações no paddock
A mudança, anunciada após testes em Sakhir, recebeu respostas mistas. Líder da Haas, Ayao Komatsu, afirmou que a prática ajuda a reduzir riscos de segurança, especialmente com o novo cenário técnico.
Komatsu ainda disse que as sessões simuladas mostraram que a sequência de cinco segundos funciona bem e permite que os pilotos saiam da linha de largada de forma estável. Mesmo com ressalvas, a medida é tratada como positiva por parte da equipe norte-americana.
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