- Palhinha foi artilheiro da Libertadores de 1976, com 13 gols em cerca de 10 ou 11 partidas, levando o Cruzeiro ao título.
- Em duas passagens pelo clube, há divergência de números: 434 jogos e 145 gols (versão tradicional) ou 457 jogos e 156 gols (versão atual da imprensa).
- É considerado um dos maiores artilheiros e jogadores que mais vestiram a camisa azul, tendo destacada participação em uma das melhores equipes dos anos setenta.
- Conquistou sete títulos mineiros (1968, 1969, 1972, 1973, 1974, 1975 e 1984) e a Libertadores de 1976, com participações em campanhas de Brasileiro vice-campeão em 1974, 1975 e 1976.
- Em 1977 foi vendido ao Corinthians por cerca de 1 milhão de dólares; retornou ao Cruzeiro em 1983 e 1984, fechando a carreira no clube após mais um Mineiro.
Palhinha, artilheiro da Libertadores de 1976, é lembrado como ídolo histórico do Cruzeiro. Revelado pelo clube, iniciou no futsal e chegou ao campo com o time estrelando campanhas vitoriosas na década de 1970. Sua ascensão ocorreu gradualmente, atingindo o auge na metade dos anos 70.
Ao longo de duas passagens, o atacante consolidou-se entre os maiores nomes do Cruzeiro. Sua atuação no Brasileirão e, principalmente, na Libertadores de 1976, comanda o ataque que levou o clube ao título continental. O reconhecimento perdura nas listas históricas.
Jogos e gols pelo Cruzeiro
Existem duas leituras sobre a soma de partidas e gols de Palhinha no clube. A versão tradicional aponta 434 jogos e 145 gols. Outra leitura moderna cita 457 jogos e 156 gols, dependendo de amistosos considerados.
Apesar das ≠ contagens, Palhinha figura entre os 7 maiores artilheiros da história e entre os jogadores com mais partidas. A importância dele no Cruzeiro vai além dos números, pelo protagonismo na era de ouro do clube.
Títulos e campanhas marcantes
Entre os títulos, destacam-se sete Campeonatos Mineiros (1968, 1969, 1972, 1973, 1974, 1975, 1984) e a Libertadores de 1976, conquistada com o clube. Também teve participação relevante em campanhas vice-campeãs do Brasileirão (1974-1976).
Em retrospectiva, Palhinha aparece em listas históricas como referência ofensiva do Cruzeiro. Sua combinação de gols decisivos e peso nas finais da Libertadores fortalece seu lugar entre os grandes ídolos celestes.
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