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Flamengo perde para Lanús apesar de Filipe Luís abrir opções

Filipe Luís inova nas mudanças, Flamengo domina e abre o marcador, mas Lanús vira na prorrogação e fica com o título; decisão no jogo de volta

Filipe Luís lamenta derrota do Flamengo para o Lanús na Recopa Sul-Americana (Foto: PETER ILICCIEV/Agencia Enquadrar/Gazeta Press)
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  • Flamengo mudou cinco jogadores em relação ao duelo anterior; entraram Danilo, Ayrton Lucas, Evertton Araújo, Samuel Lino e Gonzalo Plata, e saíram Léo Ortiz, Alex Sandro, Lucas Paquetá, Everton Cebolinha e outros ajustes no ataque.
  • A equipe atuou majoritariamente em 3-1-6, com variações para 3-2-5 na saída de bola, buscando ampliar o campo e criar espaço pelo meio.
  • No primeiro tempo, o Rubro-Negro teve domínio de bola e criadas oportunidades com Plata e Carrascal, mas não saiu com gols.
  • Na segunda etapa, mudanças manteve o volume: Lino saiu para a entrada de Everton Cebolinha, Carrascal foi substituído por Pedro, e depois Bruno Henrique entrou no lugar de Varela, com Pulgar estruturando a defesa como terceiro zagueiro.
  • O jogo só teve definição no fim do tempo regulamentar, quando Arrascaeta converteu pênalti após jogada de Jorginho; na prorrogação, o Lanús abriu o placar em escanteio e virou, sagrando-se campeão no Maracanã. Flamengo encara o Madureira na volta da semifinal do Campeonato Carioca.

O Flamengo sofreu derrota dupla no Maracanã. Em jogo válido pela semifinal do Campeonato Carioca, o Rubro-Negro não confirmou a vantagem de 3 a 0 da ida e foi derrotado pelo Lanús na prorrogação, encerrando a decisão com o título na Argentina.

O técnico Filipe Luís promoveu cinco mudanças na equipe titular, buscando respostas imediatas. Danilo e Ayrton Lucas entraram na defesa; Evertton Araújo substituiu Lucas Paquetá no meio; Samuel Lino substituiu Everton Cebolinha no ataque, e Gonzalo Plata assumiu a referência ofensiva, com Carrascal deslocado à direita.

Na distribuição tática, o Flamengo manteve a posse dominante e ocupou o campo adversário por grande parte do tempo. O sistema ficou basicamente com 3-1-6, com variações para 3-2-5 na saída de bola, mas a amplitude pelos lados foi priorizada por Ayrton Lucas e um volante recuado.

Mudanças e intensidade

A ideia de ampliar o campo se refletiu na retirada de Léo Ortiz e na utilização de Pulgar ou Evertton para compor a linha de três. Os pontas flutuavam para dentro, criando espaços para as diagonais. Plata e Carrascal tiveram oportunidades, porém sem transformá-las em gols na primeira etapa.

No segundo tempo, o Flamengo manteve o ímpeto, com os zagueiros avançando e o ataque buscando profundidade. Samuel Lino saiu para a entrada de Everton Cebolinha, e Carrascal foi substituído por Pedro. O time passou a cruzar com mais frequência, mantendo volume.

Jorginho e Paquetá foram acionados, com o meia ítalo-brasileiro organizando a marcação e construção de jogadas. A alteração-chave ocorreu quando Bruno Henrique entrou no lugar de Varela, recuando Pulgar para a linha de três e deslocando Cebolinha para a ala direita.

Desfecho da partida

Aos poucos o Flamengo equilibrou a etapa final e abriu o placar com jogada de Arrascaeta, em cobrança de pênalti gerado após assistência de Jorginho. O 1 a 1 levou o jogo à prorrogação, com o Maracanã lotado.

No tempo extra, o desgaste pesou. O Flamengo seguiu buscando o gol, mas o Lanús manteve a calma e, em escanteio, marcou o segundo, dando a vantagem aos argentinos. A vantagem foi consolidada com o terceiro gol do Lanús, fechado o placar em definitivo.

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