- Rodrigo Azevedo atua no departamento de comunicação da Fórmula 1 desde 2018, trabalhando nos bastidores e na edição de vídeos.
- Mora em Londres, no escritório da F1, e viaja para mais de vinte países que recebem etapas da categoria.
- Suas funções incluem entrevistas, produção de vídeos e até substituir pilotos na vinheta de abertura veiculada mundialmente.
- O brasileiro ficou conhecido entre a aposentadoria de Felipe Massa, em 2017, e a chegada de Gabriel Bortoleto, em 2025, mantendo a presença nacional nos bastidores.
- Além dele, outros brasileiros atuam em equipes da categoria, como Ricardo Penteado e Roberto Streit na Audi.
Rodrigo Azevedo atua na Fórmula 1 desde 2018, trabalhando nos bastidores da maior categoria do automobilismo. O catarinense integra a equipe de comunicação, coordenando entrevistas, edição de vídeos e até a vinheta de abertura para TVs ao redor do mundo. O foco é garantir que tudo ocorra conforme o planejamento durante a passagem das equipes pelos GPs.
No dia a dia, Azevedo acompanha mais de 20 países e convive com 22 pilotos de 11 equipes. Ele trabalha no escritório da F1 em Londres e participa de atividades nos bastidores dos grandes eventos, muitas vezes sem aparecer nas câmeras. Seu papel é essencial para a organização e a comunicação da categoria.
Perfil e atuação
Azevedo descreve o trabalho como “invisível” aos olhos do público. Além de entrevistas, ele produce e edita conteúdos audiovisuais que ajudam a contar as história da temporada. O profissional também lida com demandas urgentes ligadas à vinheta de abertura, utilizada globalmente pelas transmissões.
Apesar de não competir na pista, a presença de brasileiros no paddock permanece constante. A equipe da Audi, por exemplo, conta com o engenheiro Ricardo Penteado e com Roberto Streit, que atuou como coach de Gabriel Bortoleto e ingressou na F1 no ano passado. Essas trajetórias acompanham o período entre a aposentadoria de Massa e a chegada de Bortoleto.
Contexto brasileiro na F1
A tradição brasileira no grid, que durou de 1970 a 2017, ficou interrompida com Massa. Em 2025, com a chegada de Gabriel Bortoleto, o Brasil voltou a figurar entre as nações representadas na Fórmula 1. Enquanto isso, Rodrigo Azevedo manteve viva a participação do país nos bastidores, comprovando a presença brasileira no topo do automobilismo mundial.
Conclui-se que Azevedo vive seu sonho dentro do paddock: seu nome não consta na lista de pilotos ou equipes em condições de disputar corridas, mas sua atuação ao longo de anos reforça a tradição nacional de revelar talentos para a Fórmula 1. O trabalho dele contribui para a organização e o sucesso das operações durante as provas.
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