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Tsitsipas afirma que propostas da América do Sul não compensam financeiramente

Tsitsipas afirma que as premiações da América do Sul não compensam; prioridade vai para torneios com cachês maiores na Oriente Médio, Europa e outras regiões

Stefano Tsitsipas no ATP de Doha 2026 (Foto: Karim JAAFAR / AFP)
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  • Stefanos Tsitsipas, nº 30 do mundo, disse que as propostas da Golden Swing na América do Sul não compensam financeiramente em relação ao Oriente Médio e à gira europeia.
  • O tenista afirmou que nunca lhe ofereceram um acordo bom o suficiente para considerar jogar em Buenos Aires, Rio de Janeiro ou Santiago.
  • Fatores logísticos, custo de deslocamento e planejamento da temporada pesam tanto quanto o prêmio na escolha de torneios.
  • Apesar da paixão do público sul-americano, o aspecto financeiro leva Tsitsipas a priorizar outros destinos; ele afirmou que adoraria jogar na região.
  • A Golden Swing, composta por Buenos Aires, Rio de Janeiro e Santiago, acontece logo após o Aberto da Austrália; em 2025 o pai dele já comentou sobre as dificuldades da agenda.

Stefanos Tsitsipas, número 30 do mundo, não disputou torneios da Golden Swing na América do Sul, alegando que as propostas financeiras não eram suficientes. Em entrevista ao site CLAY, o atleta fez a comparação entre os valores de Buenos Aires, Rio de Janeiro e Santiago com outras regiões do circuito.

Segundo o tenista grego, acordos oferecidos na América do Sul não chegavam a sustentar a carreira dele diante das alternativas disponíveis. Ele citou o Oriente Médio e a gira europeia como opções com cachês mais elevados, o que influencia a escolha de calendário.

A decisão também envolve fatores logísticos, de deslocamento e planejamento anual. Tsitsipas afirmou que, do ponto de vista financeiro, é compreensível priorizar destinos com garantias maiores, mesmo reconhecendo o interesse pela região sul-americana.

Motivo financeiro e reflexos

O atleta reconheceu a paixão do público sul-americano pelo tênis, admitindo sentir falta da energia das torcidas. Ainda assim, afirmou que a diferença de cachês pesa mais na decisão, principalmente quando o calendário fica próximo do Aberto da Austrália.

Tsitsipas destacou a curiosidade em competir na região e reforçou a ligação com fãs locais, evidenciada pela participação nas redes sociais. A discussão sobre o calendário permanece em análise com a equipe e o staff.

Durante 2025, o pai do jogador mencionou dilemas semelhantes, avaliando opções entre disputas no saibro sul-americano e torneios no exterior. A escolha envolve avaliação de prós e contras, considerando o esforço logístico e o impacto no bolso.

A Golden Swing é composta pelos torneios de Buenos Aires, Rio de Janeiro e Santiago, realizados anualmente logo após o Aberto da Austrália. A delegação sul-americana permanece como opção latente para Tsitsipas, dependendo de condições futuras.

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