- O presidente Harry Massis abriu mão do cartão corporativo do São Paulo até o final deste ano e também do plano de saúde, para a nova gestão.
- Massis assumiu há pouco mais de um mês após o afastamento e a futura renúncia de Julio Casares.
- A gestão anterior foi marcada por polêmicas envolvendo o cartão corporativo, com o ex-presidente tendo gasto cerca de R$ 500 mil desde 2021, em despesas como lojas de grife e cabeleireiro.
- Casares teria devolvido os valores apenas no segundo semestre de 2025, e há questionamentos internos sobre a correção monetária aplicada.
- Após a polêmica, o clube criou uma norma para o uso do cartão corporativo, com acesso disponível a todos os colaboradores, substituindo o antigo senso comum de “bom senso”.
O presidente do São Paulo, Harry Massis, abriu mão do cartão corporativo do clube e de benefícios como o plano de saúde até o final deste ano. A decisão ocorreu pouco após Massis assumir o cargo, em meio à saída de Julio Casares.
A medida faz parte de uma resposta a episódios recentes envolvendo gastos da gestão anterior. O clube já investigou o uso do cartão, que gerou polêmica na gestão de Casares.
Segundo apuração do Lance!, o ex-presidente devolveu valores referentes ao cartão apenas no segundo semestre de 2025, com dúvidas sobre correção monetária e taxa de juros usadas. O clube discute as regras para uso.
Norma para uso do cartão corporativo
O São Paulo criou uma norma específica para o uso do cartão após a polêmica envolvendo Casares. A norma está disponível para todos os colaboradores.
Antes havia um entendimento de uso por “bom senso”; agora há diretrizes formais para gastos que envolvam o clube. O objetivo é tornar as despesas mais transparentes e rastreáveis.
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