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Duplista britânica processa WTA por falha de alerta sobre carne contaminada

Britânica Tara Moore processa a WTA em US$ 20 milhões, alegando negligência por não alertar sobre contaminação por carne que motivou sua suspensão

Tara Moore (Foto: WTA)
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  • A tenista britânica Tara Moore processa a WTA por US$ 20 milhões, alegando negligência ao não alertar jogadoras sobre risco de contaminação por carne.
  • Moore foi suspensa por quatro anos em junho de 2022 após teste positivo para boldenona e nandrolona em Bogotá; ela afirma ter consumido carne contaminada, não drogas.
  • Um painel havia considerado Moore inocente e a suspensão foi revogada, mas a decisão foi anulada pela Corte de Arbitragem do Esporte (CAS) via recurso da ITIA, resultando em nova sanção de quatro anos válidos até dezembro de 2027.
  • Enquanto a suspensão permanece, Moore sustenta que a WTA falhou em alertar sobre contaminação na carne em Bogotá, o que teria evitado a punição e mantido sua carreira.
  • A WTA afirmou que responderá pelos meios legais cabíveis; a ITIA não comentou e a CAS foi citada como árbitro neutro do processo.

Tara Moore, tenista britânica e ex-número 1 de duplas, moveu ação de US$ 20 milhões contra a WTA. A jogadora alega que a sanção por dopagem foi injusta e que a entidade negligenciou informações sobre contaminação por carne. O caso tramita nos EUA.

A suspensão original ocorreu em junho de 2022, após Moore acusar teste positivo para boldenona e nandrolona em Bogotá, na Colômbia. Ela sustenta que o resultado decorreu de carne contaminada, não do uso de substâncias ilegais.

Um painel considerou a jogadora inocente, e a sanção foi revogada entre 2024 e julho de 2025 por decisão de um tribunal independente. A ITIA recorreu à CAS, que anulou a decisão e impôs nova suspensão de quatro anos, válida até dezembro de 2027.

Processo contra a WTA

Durante a suspensão, Moore afirma que a WTA é responsável por não alertar jogadoras sobre riscos de contaminação ao consumir carne. A defesa aponta que avisos foram feitos em alguns torneios, mas não em Bogotá, associado ao caso específico.

A WTA respondeu ao jornal The Guardian informando que respeita o processo judicial e que a arbitragem foi conduzida por um árbitro neutro; não há justificativa para anular a decisão arbitral. A ITIA não comentou o assunto.

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