- Os testes de pré-temporada da Fórmula 1 destacaram as mudanças para 2026, com as novas unidades de potência sendo um dos principais desafios.
- O piloto George Russell, da Mercedes, disse se inspirar no estilo de Ayrton Senna para se adaptar ao novo sistema de gestão de energia.
- Russell afirmou que os princípios de pilotagem permanecem: levar o carro ao limite, frear forte e sair rápido das curvas, destacando o estilo peculiar de Senna nos anos oitenta e noventa.
- Ele citou que assistiu às filmagens de Senna para entender o uso intermitente do acelerador na tangência das curvas para manter o turbo ativo.
- Em Barcelona e no Bahrein, Russell completou a maior parte das voltas, aprovando o sistema até aqui, mas expressou dúvidas sobre desempenho em circuitos de rua e de alta velocidade com poucas retas longas e frenagens intensas, como em Melbourne.
Os testes de pré-temporada da Fórmula 1 acendem o debate sobre as mudanças para 2026, com as novas unidades de potência no centro das atenções. O piloto da Mercedes, George Russell, busca adaptar-se ao novo sistema de gestão de energia.
Russell admite que a base da pilotagem permanece levar o carro ao limite, frear forte e sair de curva rapidamente. Ele cita o estilo de Ayrton Senna, especialmente nos anos 80 e 90, como referência para entender o comportamento do motor.
O britânico explica que as características do turbo exigem aceleração intermitente em certos pontos, mantendo o carro estável na tangência da curva. A narrativa envolve a busca por equilíbrio entre potência e resposta do motor.
Desempenho nos testes
Russell teve a maior quantidade de voltas disputadas durante as sessões em Barcelona e no Bahrein, com avaliação positiva do sistema até o momento. As condições de pista foram determinantes para a leitura inicial.
Entretanto, surgem ressalvas sobre circuitos de rua e traçados de alta velocidade com poucas retas longas. Melbourne, na Austrália, pode exigir ajustes de estratégia, especialmente no uso de lift-and-coast.
Análise dos desdobramentos
Especialistas destacam que a adaptação dependerá de circuitos com frenagens intensas e pontos de decisão curtos. A Mercedes acompanha o desempenho em diferentes pistas para entender limites e consistência do sistema.
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