- Em seu livro Foi Assim Que Salvamos o Barça, o presidente Joan Laporta afirma ter feito uma proposta de retorno de Lionel Messi ao Barcelona após a saída do jogador do Paris Saint‑Germain, em 2021.
- A ideia previa contrato de longo prazo com um período inicial como jogador do Barça e, depois, um empréstimo a uma equipe da Major League Soccer (MLS), ideia que esbarrou na oposição da LaLiga (Liga espanhola de futebol La Liga).
- A LaLiga informou que a alternativa era assinar um acordo para vender uma porcentagem dos direitos de transmissão por cinquenta anos, por meio do fundo de investimento CVC.
- Laporta afirma que Messi decidiu pelo Inter Miami, onde não estaria sob tanta pressão, conforme relato no livro.
- O episódio remete à saída de Messi do Barcelona em 2021, quando o clube não conseguiu renovar por questões financeiras, e as tentativas de aproximação entre Laporta e o jogador desde então têm sido esporádicas.
O presidente do Barcelona, Joan Laporta, afirma, em seu livro, que propôs o retorno de Lionel Messi após a saída do jogador para o Paris Saint-Germain. A ideia incluía um contrato de longo prazo com Messi alternando entre o Barça e um empréstimo a um clube da MLS.
Segundo Laporta, a proposta envolvia um empréstimo a um time da MLS como segunda etapa do acordo, o que seria uma forma de contornar regras. A LaLiga orientou a assinatura de um acordo diferente, envolvendo a venda de parte dos direitos de transmissão por 50 anos via um fundo.
O livro, intitulado Foi Assim Que Salvamos o Barça, traz relatos sobre os cinco anos de gestão de Laporta e a crise financeira enfrentada pelo clube. O relato descreve ainda a tentativa de contato com Jorge Messi, pai do jogador, para alinhar a proposta.
Laporta detalha que enviou a minuta do contrato, mas não houve resposta imediata. Em seguida, Messi informou pela primeira vez à família a decisão de seguir para o Inter Miami, buscando menos pressão.
A decisão de Messi, de 2021, resultou na saída do jogador do Barcelona e na subsequente transferência para o PSG. Desde então, encontros entre Laporta e Messi têm ocorrido com menor frequência e, segundo o relato, marcados por distância.
A publicação contextualiza o episódio como parte de uma sequência de tentativas de reconciliação entre o clube e o atacante. A narrativa também aborda os impactos financeiros que contribuíram para o desenrolar dos acontecimentos.
O conteúdo fica centrado em como a direção do Barcelona avaliava opções para manter Messi, preservando a estabilidade econômica do clube. O livro oferece ainda um panorama de negociações e dos entraves institucionais da época.
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