- Morreu na madrugada desta terça-feira, 24, João Araújo, o Didi, aos 87 anos, vítima de complicações após duas cirurgias no intestino; estava internado desde o início do mês na Beneficência Portuguesa.
- Ficou famoso por ter criado o topete de Pelé, pedido aos 15 anos em 1956, que definiu a imagem do Rei do Futebol.
- A relação entre Didi e Pelé foi de parceria duradoura; ele seguia visitando Pelé no Guarujá para manter o estilo, mesmo após a aposentadoria.
- A barbearia próxima ao portão 6 da Vila Belmiro virou extensão do Santos Futebol Clube, com fotos e chuteiras autografadas nas paredes.
- Além de Pelé, Didi atendeu outros ídolos, como Pepe, que destacou nas redes sociais que a barbearia era espaço de cuidado, histórias e amizades entre gerações.
João Araújo, conhecido como Didi, faleceu na madrugada desta terça-feira, 24, aos 87 anos. A morte ocorreu após complicações de duas cirurgias no intestino, conforme informações da família. Ele estava internado desde o início do mês na Beneficência Portuguesa.
Didi ficou conhecido por ter criado o topete que eternizou Pelé, ainda jovem em Santos. O pedido de Edson Arantes do Nascimento, aos 15 anos, foi atendido pelo barbeiro e marcou o início de uma parceria que durou décadas.
A relação entre Didi e Pelé atravessou Copas, capas de revista e compromissos oficiais. A barbearia de frente ao portão 6 do Vila Belmiro tornou-se espaço de convivência com ídolos do Santos. Fotos e chuteiras assinadas registravam a amizade.
Além de Pelé, Didi cuidou do visual de outros jogadores do Santos, como Pepe. A dedicatória em uma foto diz que a barbearia foi “o maior espaço de cuidado e vaidade” e um ponto de encontro de histórias entre gerações.
Legado
A trajetória de Didi ilustra a relação entre atleta e o universo de apoio que sustenta a imagem pública de ícones do futebol. A história do topete ganhou passagem para a memória do esporte e da cidade de Santos.
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