- Ronaldinho atuou pelo Atlético-MG entre 2012 e 2014, com 88 jogos, 28 gols e 32 assistências, totalizando participação direta em gols.
- Em 2012, jogou 32 partidas do Brasileirão, marcou 9 gols e fez 13 assistências, foi eleito Bola de Ouro e levou o time ao vice-campeonato nacional.
- Na Libertadores de 2013, teve papel decisivo: 14 jogos, 4 gols e 8 assistências, liderando o time rumo ao título inédito.
- Em 2014, conquistou a Recopa Sul-Americana, fechando o ciclo com 88 jogos, 28 gols e 32 assistências no Atlético-MG, além do Campeonato Mineiro de 2013.
- Em campo, atuava principalmente como meia central, organizador das ações ofensivas, conectando meio e ataque e destacando-se em bolas paradas.
Ronaldinho Gaúcho jogou pelo Atlético-MG entre junho de 2012 e julho de 2014, marcando o clube com liderança técnica, impacto midiático e resultados expressivos. Chegou vindo de uma passagem contestada no Flamengo, e o Atlético apostou em seu talento para transformar o elenco. O retorno foi imediato, com fãs voltando ao Independência e ao Mineirão.
Ao longo de pouco mais de dois anos, o camisa 10 virou referência dentro e fora de campo. O time passou a protagonizar o cenário nacional e continental, com Ronaldinho como articulador central, cobrador de faltas e motivador da equipe. Sua presença elevou o patamar técnico e a identificação com a torcida.
Temporada 2012: vice no Brasileiro e Bola de Ouro
Em 2012, disputou 32 jogos do Brasileirão, marcou 9 gols e fez 13 assistências. Foi eleito Bola de Ouro, ajudando o Atlético a terminar em vice-campeão e garantiu vaga direta na Libertadores de 2013. Desempenho que rimou com organização de jogo e decisões em bolas paradas.
Libertadores 2013: liderança e protagonismo
Na campanha histórica de 2013, o Atlético conquistou a Libertadores com Ronaldinho como principal referência técnica. Foram 4 gols e 8 assistências em 14 jogos, atuando atrás de atacantes como Tardelli, Jô e Bernard. Controle de ritmo, passes precisos e visão de jogo marcaram a participação.
Recopa Sul-Americana e encerramento do ciclo
Em 2014, ainda conquistou a Recopa Sul-Americana, fechando o ciclo vitorioso iniciado dois anos antes. Até a saída, em julho, o camisa 10 somou 88 jogos, 28 gols e 32 assistências pelo clube. Legado de liderança e identificação com a torcida.
Papel tático e legado no Galo
No Atlético, atuou como meia central com liberdade de movimentação. Era o organizador das ações ofensivas, conectando meio e ataque. Na Libertadores, a função privilegiou leitura de jogo e passes verticais, além de cobranças. A presença elevou o patamar técnico do elenco e mudou a mentalidade competitiva do clube.
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