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Piastri aponta várias anomalias previstas em corridas de 2026

Piastri prevê várias anomalias na recuperação de energia em 2026, especialmente em circuitos com poucas zonas de frenagem; Stella concorda e aponta Melbourne como desafio

Oscar Piastri nos testes de pré-temporada da F1 no Bahrein — Foto: Sona Maleterova/Getty Images
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  • Em 2026, o sistema de recuperação de energia ganha peso maior na potência total, com a parte elétrica passando de 120 kW para 350 kW.
  • Oscar Piastri alerta que haverá muitas anomalias na recuperação de energia, principalmente em pistas com poucas zonas de frenagem, como Melbourne, abrindo a temporada em 8 de março.
  • Andrea Stella, chefe da McLaren, concorda e prevê mudanças na ordem entre as equipes conforme as características de cada circuito, destacando dificuldades adicionais em Barcelona e Melbourne.
  • O Bahrein, onde a equipe testou, foi mais fácil para recuperação de energia do que Barcelona; nos testes, a gestão de uso e recuperação foi um tema central.
  • A FIA acompanha a situação, realizando checagens técnicas durante os pré-temporada, com novas revisões previstas à medida que surgirem mais dados.

Oscar Piastri e o chefe da McLaren, Andrea Stella, apontam que a recuperação de energia será o principal desafio da Fórmula 1 em 2026. Em testes de pré-temporada, eles indicaram que muitas anomalias devem ocorrer em pistas com poucas frenagens.

A grande mudança regulatória elevou a participação da energia elétrica para cerca de 50% da potência, com a elétrica passando de 120 kW para 350 kW. A McLaren alerta que isso aumenta a dificuldade de estabilizar a recuperação entre os usos da frenagem.

Para Piastri, o cenário varia conforme o circuito. Ele afirmou que Melbourne, na Austrália, pode exigir ajustes e levar a uma rápida exaustão da energia se não houver manejo adequado. O bahrein também foi citado como comparação.

Em Barcelona, os testes mostraram uma exigência maior no equilíbrio entre uso e recuperação de energia do que em Bahrein. Stella destacou que diferentes circuitos impõem perfis diferentes de gestão da unidade de potência.

A previsão é de que o Albert Park, circuito de rua de Melbourne, exija maior controle de energia. Stella explicou que a recuperação precisa acompanhar o ritmo da pista para manter o desempenho sem esgotar a energia.

No âmbito da FIA, a entidade acompanha as dificuldades de gestão de energia. Não houve mudança imediata no regulamento, mas checagens técnicas ocorreram durante os testes de pré-temporada, com novas revisões previstas conforme surgirem mais dados.

Mudanças e impactos técnicos

A diretoria da equipe enfatiza que a estratégia de pilotagem deve considerar as características de cada circuito. A expectativa é de mudanças na ordem de forças entre as equipes, conforme o traçado de cada pista.

A McLaren destacou que, em Barcelona, o equilíbrio entre compra de energia e recuperação foi mais exigente que no Bahrein. A equipe reforça a necessidade de ajustes finos na configuração da unidade de potência para cada etapa da temporada.

A previsão de Piastri é de que as maiores anomalias ocorram em circuitos com longas retas ligadas a curvas rápidas, como alguns traçados citados, onde o manejo da energia é essencial para o desempenho consistente.

A equipe continua monitorando dados de pré-temporada e planeja revisões técnicas adicionais assim que novos dados ficarem disponíveis. O objetivo é manter a confiabilidade do carro ao longo de 2026.

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