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Diretor do Rio Open confia na mudança de piso

Diretor do Rio Open afirma que a mudança de piso está próxima, apesar de problemas de ingressos e do balanço com recorde de brasileiros na chave e final chuvosa

Lui Carvalho (Foto: Fotojump)
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  • Rio Open chega à 12ª edição com a organização no Carnaval e a chuva atrapalhando a reta final, mas o balanço foi positivo.
  • Houve recorde de brasileiros na chave; a dupla Marcelo Melo e João Fonseca conquistou o título, e Tomas Etcheverry ficou com o título de simples após quase seis horas de jogo.
  • Sobre ingressos, o diretor reconhece ruído no sistema devido ao grande número de acessos (cerca de 200 mil na venda anterior) e afirma que não há plano imediato de mudar a plataforma.
  • A mudança de piso para saibro é prioridade, um processo que envolve a ATP e pode ocorrer em futuras oportunidades; o presidente da ATP, Andrea Gaudenzi, visitou o evento para conhecer as condições.
  • Em 2027, o Rio Open seguirá no Jockey Club Brasileiro, com possibilidade de trazer nomes como Casper Ruud, Andrey Rublev e Holger Rune; a Copa Davis pode ajudar nas negociações.

Ao fim da 12ª edição do Rio Open, o diretor do torneio, Lui Carvalho, fez uma leitura objetiva do balanço. O evento enfrentou desafios durante o Carnaval e foi impactado pela chuva na reta final, mas teve saldo positivo, especialmente com o aumento do interesse pela dupla brasileira.

Lui destacou o recorde de brasileiros na chave, ainda que as performances crowning não tenham se traduzido em títulos do país. Ele ressaltou a conquista da dupla Marcelo Melo e João Fonseca como destaque positivo, mantendo a visibilidade do torneio.

Ao ser questionado sobre ingressos, o diretor reconheceu gargalos no sistema de venda, citando picos de acesso que geram ruídos e dificultam a experiência do usuário. Não descartou mudanças na plataforma, mas não confirmou planos imediatos.

Mudança de piso

O tema da mudança de piso segue em curso, segundo Lui. Ele explicou que a decisão depende de um processo longo, com participação da ATP, e aponta que há avanços que se aproximam de um desfecho favorável para a reforma no saibro. O objetivo é atrair a América do Sul como mercado.

Acompanhando o interesse da ATP, houve a visita do presidente Andrea Gaudenzi ao Rio Open. O encontro visou apresentar o evento e o potencial da cidade, com a participação da IMM e patrocinadores para demonstrar compromisso de investimento no desenvolvimento do torneio.

Para 2027, o Rio Open manterá o saibro no Jockey Club Brasileiro, sem contrato vigente para grandes nomes do piso duro. A organização espera fechar acordos com jogadores que já demonstraram interesse, após a temporada europeia de saibro.

Lui também citou diálogos com possíveis jogadores de renome, incluindo opções como João Fonseca de casa, e sondagens com nomes internacionais. A Copa Davis pode favorecer negociações caso atletas defendam seus países na América do Sul.

Entre conflitos de agenda, o diretor lembrou que a presença sul-americana na Davis foi menor, citando o Chile contra a Sérvia sem Djokovic. O Rio Open continua avaliando cenários para manter o torneio atraente e viável na próxima temporada.

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