- Beatriz Haddad Maia, 27 anos, continua fora do top 50 desde a segunda semana de outubro do ano passado, mantendo a 66ª posição no ranking da WTA.
- Ela não compete desde o Australian Open, onde foi eliminada na segunda rodada, e terá nova oportunidade de subir nesta semana no WTA 125 de Lyon, na França.
- A brasileira estreia nesta terça-feira contra a francesa Clara Burel, hoje na 124ª colocação; vitória pode levá-la à próxima fase e impulsionar a recuperação no ranking.
- Em 2022, Haddad Maia teve o melhor momento da carreira, com título no WTA 125 de Limoges e vaga nas quartas de Roland Garros; a recuperação é importante para vagas diretas em Grand Slams.
- A temporada de quadras duras ganha força com o circuito norte-americano, incluindo o US Open, e a atleta busca retomar o ritmo para subir na classificação.
Beatriz Haddad Maia entra em quadra com o objetivo de retomar o ritmo no ranking da WTA. A paulista de 27 anos não atua desde o Australian Open, onde caiu na segunda rodada, e busca recuperar posição na disputa do WTA 125 de Lyon, na França. A meta é subir na classificação e conquistar vaga direta em grandes torneios.
A brasileira ocupa hoje a 66ª colocação, posição que mantém desde a segunda semana de outubro do ano passado. Desempenhos abaixo da vitória em 2022 contribuíram para a queda, especialmente por não avançar além da segunda rodada em torneios do circuito principal neste início de temporada.
Nesta terça-feira, Haddad Maia estreia em Lyon contra a francesa Clara Burel, atual 124ª do ranking. Uma vitória pode colocá-la na fase seguinte, dando impulso para uma recuperação na tabela e para a busca por melhores resultados em Grand Slams e em torneios de maior destaque.
Desempenho recente e objetivos
A temporada de 2022 é lembrada pela argentina de Limoges, com o primeiro título de WTA, e pelas quartas de final em Roland Garros, marco de seu melhor desempenho em Grand Slam até então. A recuperação no ranking é fundamental para o acesso direto à chave principal de grandes eventos.
Atenção também se volta para o início da temporada de quadras duras, com o circuito norte-americano se intensificando e o US Open em pauta. O objetivo é retomar o ritmo, subir na classificação e manter-se entre as melhores do circuito.
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