- Noruega ficou em primeiro lugar na tabela de medalhas dos Jogos Olímpicos de Inverno de 2026, com dezoito ouros e quarenta e uma medalhas no total.
- Os Estados Unidos ficaram em segundo lugar, com doze ouros e trinta e três medalhas no total.
- Oito ouros de Klæbo contribuíram para a marca histórica da Noruega, que teve a maior contagem de ouros já em um Games de Inverno.
- Reino Unido e Austrália também comemoraram resultados expressivos, com três ouros, uma prata e um bronze, e três ouros, duas pratas e um bronze, respectivamente.
- O sucesso norueguês tem relação com foco em esportes de inverno como esqui cross-country, biatlo e salto, além de uma abordagem de participação e colaboração.
Noruega encerrou os Jogos de Inverno de Milão-Cortina 2026 na liderança da tabela de medalhas, ultrapassando potências com populações bem maiores. O país conquistou 18 medalhas de ouro, além de 41 no total, estabelecendo recorde histórico de ouros em uma edição dos Jogos.
A segunda posição ficou com os Estados Unidos, que somaram 12 ouros e 33 medalhas no total. A performance norte-americana foi a melhor já registrada em uma edição de Inverno. Países como Alemanha, Canadá e Itália também tiveram desempenhos relevantes, mas sem superar a marca norueguesa.
Noruega tem concentração de vitórias em esportes de inverno, especialmente esqui de fundo, biatlo e salto. A edição também ficou marcada por bons resultados de nações com tradições mais modestas no esporte, como Grã-Bretanha e Austrália, que chegaram a três ouros cada uma.
Destaques e números
Johannes Høsflot Klæbo sojou como principal destaque individual, somando seis ouros. Com isso, o atleta elevou o peso da participação norueguesa na competição, que já é histórica.
A participação mundial revela que a Noruega, com cerca de 5,7 milhões de habitantes, superou grandes países como EUA (342 milhões), China, Alemanha e Itália. A Holanda também teve um desempenho destacado em patinação de velocidade, com 10 ouros, empatando com a Itália.
Contexto e leitura adicional
A edição reforçou a tendência de países com tradições mais modestas no inverno apresentarem resultados expressivos. A seleção britânica também alcançou seu melhor desempenho olímpico de inverno, com três ouros, um prata e um bronze. A Austrália também teve três ouros, além de outras medalhas.
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