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Botafogo encerra demissões e mira reduzir folha em R$ 11 milhões

Botafogo encerra demissões com cerca de cinquenta desligamentos na SAF, visando reduzir a folha em cerca de R$ 11 milhões ao ano e ampliar investimentos no Departamento de Futebol

Estádio Nilton Santos é a casa do Botafogo (Foto: Staff images /CONMEBOL)
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  • O Botafogo encerrou, nesta sexta-feira, o processo de demissões iniciado há duas semanas, com cerca de 50 profissionais desligados da SAF (Sociedade Anônima do Futebol).
  • As ações aconteceram principalmente no departamento de futebol, incluindo categorias de base e futebol feminino, e não há previsão de novos cortes.
  • A SAF estima reduzir a folha salarial em cerca de R$ 11 milhões em um ano, buscando maior eficiência operacional e realocação de recursos para o departamento de futebol.
  • Nomes relevantes, como o coordenador de scout Raphael Rezende e o auxiliar permanente Cláudio Caçapa, deixaram o projeto da SAF.
  • A diretoria já havia sinalizado, para 2026, a necessidade de reduzir a folha salarial, após enfrentar atrasos de direitos de imagem e FGTS e resolver questões ligadas a empréstimos de parceiras de John Textor.

O Botafogo encerrou o processo de demissões na SAF, concluído nesta sexta-feira (20). Cerca de 50 profissionais foram desligados nas últimas duas semanas, com as últimas desligações ocorrendo no departamento de futebol. Não há previsão de novos cortes.

A medida visa reduzir a folha salarial em aproximadamente R$ 11 milhões ao longo de um ano. Internamente, a gestão aponta ganho de eficiência operacional como objetivo central, além da necessidade de direcionar recursos para o Departamento de Futebol.

As reduções atingiram também categorias de base e futebol feminino, com comunicações de rescisões feitas na quinta-feira (19). Entre os desligados, estão nomes de peso, como o coordenador de scout Raphael Rezende e o auxiliar Cláudio Caçapa, que deixaram o projeto da SAF.

O movimento ocorre em meio a um cenário de tensões societárias envolvendo John Textor e parceiros, com a busca por reduzir custos para 2026. A diretoria já havia flagrado atrasos em direito de imagem e FGTS, além de ter conseguido, em fevereiro, um empréstimo de empresas parceiras para contornar problemas como o transfer ban da FIFA relacionado à dívida com o Atlanta United.

A administração do clube ressalta que a operação não apenas reduz gastos, mas também busca melhorar a alocação de investimentos no futebol, segundo apuração do Lance!. O ano é visto como fase de reestruturação diante dos desafios financeiros e regulatórios enfrentados pela instituição.

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