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Barros rebate críticas de Paz sobre gramados sintéticos e pede fim de discussões

Barros rebate críticas de Paz a gramados artificiais, classifica discussão de hipócrita e aponta foco em qualidade dos campos, com Palmeiras entre os com menos lesões

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  • Anderson Barros, diretor de futebol do Palmeiras, rebateu Marcelo Paz sobre gramados sintéticos durante entrevista à ESPN.
  • Paz afirmou, em fala ao canal Fala a Fonte, que não gosta de campos artificiais e que atletas também não gostam de jogar neles.
  • Barros chamou a discussão de hipócrita, dizendo que o tema deve privilegiar o que realmente importa no futebol brasileiro.
  • O dirigente citou o Fortaleza, questionando a passagem de Paz pela SAF da equipe ao criticar gramados, e ressaltou a necessidade de discutir com base em evidências.
  • Barros destacou que o Palmeiras tem o menor número de lesões nos últimos seis anos mesmo com gramado sintético no Allianz Parque, defendendo discutir o tema com dados.

Em entrevista à ESPN, Anderson Barros, diretor de futebol do Palmeiras, rebateu as declarações de Marcelo Paz, executivo de futebol do Corinthians, sobre gramados sintéticos. O episódio ganhou repercussão após evento veiculado no Fala a Fonte, live diária do YouTube da ESPN, nesta sexta-feira (20).

Paz afirmou não gostar dos campos artificiais e disse que os atletas também não aprovam esse tipo de terreno. Em resposta, Barros classificou a discussão como hipócrita e pediu foco no tema central: a qualidade dos campos, independentemente da grama.

Defesa do Palmeiras e contexto

Barros questionou a lógica de críticas a gramados sintéticos ao lembrar que Paz, no ano anterior, foi CEO da SAF do Fortaleza, clube que utiliza campo sintético em sua casa. O dirigente afirmou que a discussão deve mirar evidências e não choques ideológicos entre tipos de grama.

O dirigente ressaltou que o Palmeiras atua e treina em gramado sintético no Allianz Parque e tem histórico de baixo índice de lesões nos últimos seis anos. Segundo ele, os dados devem embasar o debate, evitando conclusões baseadas em opiniões.

Barros encerrou destacando que, sem bases científicas sólidas, o tema permanece atravancando avanços no futebol brasileiro. O foco, segundo ele, precisa ser a melhoria objetiva de toda a infraestrutura dos estádios.

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