- O Palmeiras trabalha para trazer Nino, zagueiro do Zenit, como prioridade e já avançou conversas com o estafe do jogador, definindo bases de salário, luvas, premiação e tempo de contrato.
- Além de Nino, o clube sondou ao menos três zagueiros que já defenderam a seleção brasileira: Alexsandro (Lille) teve valor de mercado alto demais, acima de 25 milhões de euros.
- Roger Ibañez (Al Ahli) também foi avaliado, mas enfrenta pedido elevado do clubes sauditas e salários altos no Oriente Médio.
- Diego Carlos, lembrado por Tite no ciclo da Copa do Mundo de 2022, também foi alvo, mas apresenta lesões anteriores e está hoje no Como, emprestado pelo Fenerbahçe.
- O Zenit informou que não pretende liberar Nino no momento, e o Palmeiras pretende fechar a contratação até maio, quando encerra o Campeonato Russo.
O Palmeiras está buscando reforçar a defesa com o zagueiro Nino, hoje no Zenit, da Rússia. A equipe trabalha para concluir a contratação e já sondou opções antes de chegar a Nino como prioridade.
Segundo apuração, o clube buscou ao menos três zagueiros que já defenderam a seleção brasileira. Entre eles, Alexsandro, hoje no Lille, com valor de mercado elevado, o que travou as negociações.
Ainda há dificuldade com os valores: o alto preço de mercado e salários pesam na emissão de propostas, mantendo o cenário de tratativas abertas, mas sem definição.
Situação de Nino com o Zenit
A negociação com o Zenit avançou em bases salariais, luvas e tempo de contrato, segundo interlocutores próximos ao atleta. O Palmeiras acredita ter apresentado uma proposta competitiva.
O clube vizinho não sinaliza liberação imediata do jogador, mantendo Nino como peça relevante na briga pelo título no Campeonato russo. A expectativa é de resolução até maio.
Perspectivas e próximos passos
O Palmeiras estuda ampliar a lista de opções caso não haja acordo, sem abandonar a prioridade em Nino. A posição atual envolve conversas com o estafe do zagueiro e avaliação de propostas.
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