- Um cão invadiu a pista durante a qualificatória de sprint livre por equipes femininos e cruzou a linha de chegada próximo das atletas brasileiras, em Tesero (Itália).
- O animal provocou um erro de cronometragem ao ser confundido com a atleta na passagem pela linha de chegada, inicialmente marcando 12º tempo para a brasileira.
- Após revisão, Eduarda foi reposicionada para 24º lugar, com tempo de 3min55s66c nos 1,5 km, ficando fora da zona de classificação para a final.
- Na segunda rodada, Bruna Moura melhorou o desempenho, registrando 3min41s60, e o Brasil terminou em 21º entre 26 duplas.
- Mesmo eliminada, a marca consolidou a melhor participação brasileira em provas por equipes do esqui cross-country em Jogos Olímpicos de Inverno.
Um cão invadiu a pista de esqui durante a qualificação do sprint livre por equipes feminino, em Tesero, Lago di Tesero, na Itália, nos Jogos Olímpicos de Inverno Milão-Cortina 2026. O episódio ocorreu na etapa de esqui cross-country, alterando a cronometragem quando se aproximou da linha de chegada. A presença do animal gerou espanto entre atletas e espectadores.
O cão, identificado como Nazgûl, percorreu a pista na área de competição e correu atrás de duas atletas, a grega Konstantina Charalampidou e a croata Tena Hadzic, antes de cruzar a linha. Mesmo com as barreiras, o animal foi recolhido rapidamente pelos organizadores. O sensor de cronometragem acabou confundindo o tempo com o da atleta.
A cronometragem foi revisada e o resultado foi corrigido. Eduarda foi reposicionada para 24º lugar, com tempo de 3min55s66 nos 1,5 km, ficando fora da zona de classificação para a final.
Quem era o invasor
Nazgûl, um cão-lobo residente na região da competição, conseguiu acessar a pista apesar das medidas de segurança. O animal estava com coleira e, após o incidente, foi contado como parte do momento inusitado que envolveu a prova.
Desempenho do Brasil
Na segunda rodada, Bruna Moura melhorou seu tempo e marcou 3min41s60. Ao final, o Brasil ficou em 21º lugar entre 26 duplas, não classificando para a final, em uma prova que teve 15 duplas avançando.
Mesmo sem a passagem à final, o tempo agregado representou a melhor marca brasileira em provas por equipes no esqui cross-country em Jogos Olímpicos de Inverno, marcando um avanço para a modalidade no país.
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