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Palmeiras acusa governo de omissão na morte de torcedora contra o Flamengo

Palmeiras recusa responsabilidade no processo contra o governo de São Paulo pela morte de torcedora, apontando omissão estatal no entorno do Allianz Parque

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  • Justiça aceitou a abertura da ação para incluir o Palmeiras como réu, a pedido do governo de São Paulo, em processo por indenização pela morte da torcedora Gabriela Anelli Marchiano após jogo contra o Flamengo.
  • Palmeiras apresentou defesa, dizendo que os fatos ocorreram fora do Allianz Parque, em via pública, atribuídos a terceiros, e que não há obrigação legal de indenizar o Estado.
  • O clube afirmou que a culpa é exclusiva de terceiro e do Estado por falha na segurança, e que cumpriu todas as obrigações legais, sem relação de responsabilidade com o ocorrido.
  • A defesa sustenta que a Polícia Militar montou as estruturas de segurança e que o principal motivo do confronto foi a hostilidade entre torcidas, com impacto em pessoas externas ao clube.
  • O irmão da vítima busca indenização de R$ 1 milhão, mais R$ 150 mil em honorários; o caso envolve o envolvimento de Jonathan Messias Santos da Silva, condenado a 14 anos.

O Palmeiras entrou com uma ação de indenização na Justiça para contestar a inclusão do clube como réu na morte da torcedora Gabriela Anelli Marchiano, ocorrida antes de um jogo contra o Flamengo. O governo de São Paulo pediu que o clube respondesse pela tragédia.

A defesa do Palmeiras foi apresentada na 11ª Vara de Fazenda Pública após notificação judicial. O clube afirma que a responsabilidade é do Estado e que não há base legal para sua inclusão no processo. Alega que o ocorrido ocorreu fora do estádio e já envolve terceiros.

Segundo o Palmeiras, os fatos se deram em via pública, antes da abertura dos portões, com conduta atribuída a terceiros sem relação com o clube. Alega ainda que o Estado não cumpriu a segurança pública de forma adequada, responsabilizando apenas terceiros.

O clube sustenta ter cumprido as obrigações legais de segurança, incluindo a disponibilização de seguranças e orientadores determinados pela Polícia Militar. Afirma que as estruturas foram montadas pela própria arena, e que a principal causa do confronto foi a hostilidade entre torcidas.

O processo foi iniciado após o irmão da vítima pedir indenização de 1 milhão de reais. O governo pediu que o Palmeiras fosse citado como responsável pela segurança do evento, sob teoria da responsabilidade objetiva do mandante do jogo.

Gabriella Anelli Marchiano morreu após ser atingida por estilhaços de uma garrafa, segundo investigações da Polícia Civil. Um suspeito foi condenado a 14 anos de prisão em regime fechado, com confirmação da Justiça. A delegada responsável pelo caso destacou o uso de imagens de reconhecimento facial para identificação.

O panorama atual envolve a disputa entre o Estado e o Palmeiras sobre quem deve responder pelos custos decorrentes da violência ocorrida nos arredores do Allianz Parque. O andamento do processo segue sob sigilo e próximas ações judiciais ainda devem ser registradas.

Próximos jogos do Palmeiras: Fluminense, Vasco e Mirassol, todos válidos pelo Campeonato Brasileiro, conforme a agenda de fevereiro a março.

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