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Rio Open busca novos horizontes

Rio Open busca novos horizontes: defesa do saibro persiste ante a pressão por piso de cimento para ampliar o destaque internacional do torneio

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  • O Rio Open, realizado aos pés do Cristo Redentor, é apresentado como o torneio mais importante da América do Sul, com ambições de ampliar seu alcance.
  • Há discussão sobre trocar o saibro pelo cimento para melhorar o line-up, ideia que Buenos Aires não apoia, mantendo a tradição da competição argentina.
  • A ideia de subir para patamares como um torneio 1000 é mencionada como objetivo, em memória aos Jogos Olímpicos, em um complexo da Barra.
  • Historicamente, houve mudanças de piso na região, com o saibro sendo coberto por cimento em alguns casos; o México foi um dos primeiros a mudar.
  • O diretor do Rio Open, Lui Carvalho, trabalha para atrair grandes jogadores, destacando que o torneio vai além das quadras e envolve diversas atividades ao redor.

O Rio Open busca ampliar seus horizontes. O torneio, que ocorre aos pés do Cristo Redentor, é considerado o mais importante da América do Sul, mas reconhece a necessidade de evoluir e atrair mais atletas.

A ideia central é melhorar o lineup, já com presença de nomes como Rafael Nadal e Carlos Alcaraz no passado. Para isso, a troca do piso de saibro para cimento é discutida, ainda que Buenos Aires não aceite a mudança.

A tradição sul-americana no saibro é enfatizada pela competição brasileira, que pretende manter o piso atual enquanto mira patamares maiores. A expectativa é voltar aos olhos do circuito com propostas para elevar o torneio no cenário regional.

Histórico aponta que, em toda a região, a passagem do saibro ao cimento já ocorreu, com o México sendo um caminho de referência ao adaptar o piso para fortalecer o draw. A mudança é vista como forma de compatibilizar interesses de jogadores e agentes.

No Rio Open, a busca por grandes nomes continua. O diretor do torneio, Lui Carvalho, esteve no US Open, em Nova York, buscando parcerias e jogadores para o evento no Rio. Carvalho tem livre acesso aos bastidores do tênis mundial.

A atuação do Rio Open envolve também a comunidade ao redor. Além das quadras do Jockey Club, há uma variedade de atividades que acompanham o torneio, fortalecendo a identidade local e o convite a novos públicos.

Mesmo com tensões entre tradições e estratégias de atração, a organização mantém o foco em oferecer uma competição de alto nível, pautada pela qualidade das partidas e pela preservação da história do saibro na América do Sul.

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