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Judô e vela: pioneirismo estrangeiro impulsionou o Brasil

Pioneiros nascidos no exterior abriram caminho para o Brasil no judô, vela e neve, moldando a história olímpica com talentos naturalizados

Lucas Pinheiro Braathen medalha de ouro no pódio do slalom gigante masculino em 2026. (Foto: Fabrice Coffrini/AFP)
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  • Lucas Pinheiro Braathen tornou-se o primeiro atleta brasileiro com medalha de ouro em esportes de inverno e o primeiro da América Latina a alcançar esse feito, no slalom gigante masculino dos Jogos Olímpicos de Inverno de 2026.
  • Braathen nasceu na Noruega, é naturalizado brasileiro e é filho de mãe brasileira e pai norueguês.
  • A vela brasileira abriu o caminho com Burkhard Cordes, nascido na Alemanha, que garantiu a primeira medalha da modalidade em 1968; Lars Björkström, naturalizado sueco em 1979, levou o ouro em 1980.
  • No judô, Chiaki Ishii nasceu no Japão, se naturalizou brasileiro em 1969 e conquistou bronze em 1972, inaugurando a trajetória olímpica da modalidade; Flávio Canto levou bronze em 2004.
  • O texto destaca que o Brasil se desenvolve ao somar culturas e trajetórias diversas, refletindo raízes internacionais na história olímpica do país.

O Brasil ganhou destaque olímpico com Lucas Pinheiro Braathen, que conquistou a primeira medalha de inverno do país. Naturalizado brasileiro, nascido na Noruega, ele venceu o slalom gigante e marcou um feito histórico na neve.

Braathen, filho de mãe brasileira e pai norueguês, tornou-se também o primeiro sul-americano a alcançar o ouro nesse esporte. A vitória ocorreu em 14 de fevereiro, em Jogos Olímpicos de Inverno, ampliando a presença brasileira na disciplina.

A vela começou com sotaque alemão e sueco

Burkhard Cordes, nascido em Darmstadt, na Alemanha, integrou a dupla brasileira que conquistou bronze em 1968 na Flying Dutchman. Naturalizado brasileiro, ele dividiu o pódio com Reinaldo Conrad.

Mais tarde, o título olímpico da vela veio com Lars Björkström, sueco naturalizado em 1979, ao lado de Alex Welter, na classe Tornado, em 1980. A dupla abriu caminho para o Brasil no cenário mundial da modalidade.

O judô também nasceu internacional

Chiaki Ishii, nascido no Japão, mudou-se para o Brasil e se naturalizou em 1969. Representando o país, ele conquistou bronze no meio-pesado em 1972, inaugurando a trajetória olímpica do judô brasileiro.

Outro marco é Flávio Canto, bronze em 2004, nascido em Oxford, Inglaterra, filho de brasileiros. Criado no Brasil, construiu toda a carreira no país, consolidando a presença do judô no cenário olímpico.

Raízes diversas moldaram o esporte no Brasil, abrindo espaço para conquistas em montanhas, mares e tatames. As histórias mostram que o pioneirismo pode nascer em diferentes idiomas e trajetórias.

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