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Edoardo Bove retorna aos campos 13 meses após parada cardíaca

Após 440 dias, Edoardo Bove retorna pelo Watford no empate com o Preston, aos 23 anos, após parada cardíaca em 2024 pela Fiorentina, com desfibrilador subcutâneo

Edoardo Bove, do Watford, volta a jogar 13 meses depois de sofrer uma parada cardíaca em campo — Foto: Twitter/Watford
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  • Edoardo Bove, 23 anos, voltou a jogar 13 meses e meio após sofrer parada cardíaca em campo.
  • O meia atuava pela Fiorentina quando teve o mal súbito em dezembro de 2024, contra a Inter de Milão.
  • 440 dias depois, Bove entrou nos minutos finais do empate por 2 a 2 entre Watford e Preston pela segunda divisão inglesa.
  • O jogador tinha sido submetido a cirurgia de implantação de desfibrilador subcutâneo e não poderia atuar profissionalmente na Itália por lei local.
  • O contrato com a Roma acabou em 2025 e, em janeiro, ele assinou com o Watford.

O italiano Edoardo Bove voltou a jogar 440 dias após sofrer uma parada cardíaca em campo. O meio-campista de 23 anos entrou nos minutos finais do empate de Watford 2 x 2 Preston, pela segunda divisão inglesa, neste sábado.

Bove estava sem atuar desde dezembro de 2024, quando atuava pela Fiorentina na partida contra a Inter de Milão. O mal súbito ocorrera no primeiro tempo e o jogo foi suspenso naquele momento.

Dez dias após o incidente, o jogador passou por cirurgia para a implantação de um desfibrilador subcutâneo. As regras do futebol italiano impediam atuação profissional com o dispositivo, levando Bove a buscar oportunidades fora do país.

O contrato com a Roma, que o mantinha emprestado à Fiorentina, terminou no fim de 2025. Em janeiro, Bove assinou com o Watford, da Inglaterra. A transferência abriu caminho para seu retorno aos gramados.

Após o retorno, Bove celebrou ao lado de familiares presentes no estádio, que acompanharam o momento de forma emocionada. O meia busca retomar carreira após o longo período afastado.

A situação de Bove é comparável ao caso de Christian Eriksen, que sofreu mal súbito em 2021. Eriksen deixou a Itália após a implantação do desfibrilador e seguiu carreira em outros clubes europeus até 2025.

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