- Sabino relembra início difícil no São Paulo com o técnico Luis Zubeldía, destacando o jeitão dele e as dificuldades iniciais após a chegada em março de dois mil e vinte e quatro.
- O zagueiro chegou ao clube vindo do Sport, estava sem time e se recuperava de lesão no pé quando chegou ao Morumbi.
- Segundo Sabino, o entendimento com Zubeldía evoluiu com o tempo, e ele passou a considerar o treinador importante, apesar da fase inicial.
- Em treino, Sabino contou ter recebido bronca do treinador, que disse que “não existe zagueiro duro no São Paulo”, em frente a todos.
- Zubeldía comandou o time por 83 jogos (37 vitórias, 26 empates e 20 derrotas, aproveitamento de 55%) antes de deixar o clube; Sabino se consolidou sob o comando de Hernán Crespo.
Sabino relembrou o início difícil no São Paulo ao falar sobre a relação com o técnico Luis Zubeldía. O zagueiro chegou ao clube em março de 2024, vindo do Sport, ainda se recuperando de uma lesão no pé, e descreveu a fase como complexa no começo do trabalho do argentino.
O jogador afirmou que, com o tempo, a parceria com o treinador ficou mais forte. Ele disse ter respeitado os centro- halves do elenco desde a chegada e reconheceu que o início exigiu adaptação física e emocional, depois de retornar de lesão.
Zubeldía assumiu o comando em junho, ao deixar o clube de forma amigável. Ao todo, o treinador comandou 83 partidas, com 37 vitórias, 26 empates e 20 derrotas, renderando 55% de aproveitamento. Sabino destacou que o argentino o ajudou a crescer, especialmente quando apareceu a oportunidade de trabalhar com o substituto Hernán Crespo.
Para Sabino, Crespo se tornou peça-chave da defesa, com uma relação mais solta e direta. O zagueiro ressaltou que o técnico argentino, em sua visão, tende a manter o estilo firme, mas com nuances que o jogador soube reconhecer ao longo da temporada.
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