- A ITIA anunciou que o guatemalteco Juan Sebastián Domínguez Collado foi liberado para retornar às quadras após sustentar que o teste positivo para clostebol ocorreu por acidente.
- Collado alegou ter tido contato próximo com um familiar que usava produtos à base de clostebol para tratar uma condição médica, nos dias que antecederam o exame.
- O tenista dividia a lar com o pai, que utilizava dois produtos com clostebol diversas vezes ao dia, aumentando a exposição ao composto.
- A ITIA pediu parecer do laboratório credenciado pela WADA em Montreal, que confirmou a plausibilidade da explicação com base no baixo nível de clostebol na amostra.
- Em 2 de fevereiro de 2026, a ITIA decidiu pela Ausência de Culpa ou Negligência, permitindo que Collado retorne às competições.
Nesta semana, a Agência Internacional de Integridade do Tênis (ITIA) informou que o guatemalteco Juan Sebastián Domínguez Collado foi liberado para retornar às quadras. A justificativa é de que o teste positivo para clostebol ocorreu por acidente.
Collado alegou que a substância chegou ao organismo por contato com um familiar que utilizava produtos à base de clostebol para tratar uma condição médica. Ele dividia a casa com o pai, que seguia tratamento com dois produtos diferentes, ambos contendo clostebol.
Segundo o atleta, houve contato frequente entre eles e compartilhamento de um dispositivo móvel e de toalhas usadas para secar as mãos após a aplicação dos produtos, o que aumentaria a exposição aos resíduos do ingrediente.
A ITIA solicitou parecer científico do laboratório credenciado pela WADA em Montreal, que analisou a amostra. O estudo concluiu que a explicação de Collado era plausível, considerando o baixo nível de clostebol detectado.
A avaliação final indicou que a explicação do tenista era mais provável do que improvável como origem do clostebol. Com base nisso, a ITIA emitiu a decisão de Ausência de Culpa ou Negligência em 2 de fevereiro de 2026.
Decisão da ITIA
A determinação permite que Collado retorne às competições sob os padrões do Código Mundial Antidoping, sem sanção adicional neste caso. O desfecho segue precedentes de casos semelhantes em tênis e outros esportes.
A agência ressaltou que a decisão não antecipa outros casos com situações parecidas, mantendo o compromisso com a transparência e a integridade do esporte. A liberação não altera exames nem regras em vigor.
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