- Chris Paul anunciou aposentadoria da NBA aos 40 anos, encerrando 21 temporadas no basquete profissional.
- É o segundo maior assistente de todos os tempos, com mais de 12 mil assistências, e ocupa a segunda posição no ranking de roubos.
- Contou com 12 participações no All-Star, 11 no All-NBA e 9 escolhas para defesa de elite ao longo da carreira.
- Foi draftado em 2005 pelo New Orleans Hornets e teve passagens pelas equipes Los Angeles Clippers, Houston Rockets, Phoenix Suns, além de atuarem por San Antonio Spurs e Toronto Raptors.
- Deixou um legado além dos títulos, serviu como mentor de estrelas da nova geração e presidiu a NBPA por oito anos.
Na tarde desta sexta-feira (13), Chris Paul anunciou sua aposentadoria da NBA aos 40 anos. O armador lendário deixou claro que pendura as chuteiras, encerrando uma trajetória marcada por consistência, leitura de jogo e liderança dentro e fora das quadras.
Conhecido como o Point God, Paul deixa o basquete como o segundo maior assistente de todos os tempos, com mais de 12 mil passes para cesta. Também ocupa a segunda posição entre os maiores roubadores da história da liga, somando 21 temporadas de atuação com destaque em várias frentes.
Ao longo da carreira, CP3 foi peças-chave em várias franquias. Draftado em 2005 pelo New Orleans Hornets, ele ajudou a elevar o Los Angeles Clippers na era conhecida como Lob City, enfrentou o Houston Rockets do confronto com os Warriors, e guiou o Phoenix Suns de volta às finais da NBA em 2021. Mais recentemente, atuou pelo San Antonio Spurs e pelo Toronto Raptors.
Além dos troféus coletivos, Paul teve impacto pessoal no esporte. Ele foi o mentor de grandes jovens atletas e, por oito anos, atuou como presidente da associação de jogadores (NBPA), contribuindo para a liderança e a organização do basquete profissional.
De legado individual, o camisa 3 deixa 12x presença no All-Star, 11 aparições no All-NBA e 9 convocações para times defensivos. Ainda sem anúncio de sequência para algumas funções dentro do basquete, a decisão de aposentadoria marca o fim de uma era para a NBA e para a percepção de eficiência e inteligência em campo.
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