- O backflip, cambalhota para trás, foi proibido pela ISU em mil novecentos e setenta e seis; Terry Kubicka foi um dos primeiros a levá-lo a uma Olimpíada, em Innsbruck.
- Em mil novecentos e noventa e oito, Surya Bonaly realizou o backflip nas Olimpíadas de Nagano, aterrissando em um pé, o que gerou aplausos, mas não rendeu medalha.
- O banimento permaneceu por décadas; em mil novecentos e vinte e quatro, Adam Siao Him Fa executou a acrobacia no Campeonato Europeu e, depois, no Mundial, recebendo dedução de pontos.
- Na 59. a Conferência da International Skating Union, em Las Vegas, as menções aos saltos de cambalhota foram retiradas das regras, abrindo espaço para o backflip como elemento coreográfico.
- Com Ilia Malinin incluindo o movimento no final de suas apresentações e as expectativas para as Olimpíadas de Inverno de dois mil e vinte e seis, o backflip volta a ganhar espaço, agora como recurso coreográfico, sem pontuação própria.
O movimento Backflip, cambalhota para trás realizada na patinação artística, ganhou espaço na retina do público ao retornar à legalidade. A liberação abriu caminho para que patinadores usem a acrobacia na parte final das apresentações, sem custo de dedução de pontos.
História marcada por proibição: o backflip foi registrado pela primeira vez em 1976 no Nacional dos EUA, com aterrissagem em dois pés. A Federação Internacional de Patinação (ISU) baniu o movimento pouco depois, classificando-o como perigoso e incompatível com a técnica do esporte.
Do banimento à virada olímpica
Surya Bonaly foi a pioneira entre as mulheres a executar o backflip, em Nagano 1998, aterrissando em um pé, o que gerou aplausos, mas tirou-a de podium. O gesto tornou-se símbolo de resistência, embora não recebesse pontuação oficial.
Em 2024, Adam Siao Him Fa realizou o backflip em competições europeias e mundiais, recebendo dedução de pontos. Meses depois, a ISU retirou a menção aos saltos de cambalhota das regras, encerrando quase cinco décadas de banimento.
Situação atual e o que muda
A partir de 2026, o backflip volta a fazer parte da coreografia das apresentações, sem ter pontuação própria. Patinadores podem usá-lo como recurso estético, enquanto o julgamento permanece com base nos elementos técnicos e na performance global.
Ilia Malinin, campeão americano, já utiliza o backflip na parte final de suas rotinas, conforme declarou, gerando aplausos e suspense entre a plateia. A repercussão amplia expectativas para as Olimpíadas de Inverno em 2026.
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