- Jamir Adriano Paz Gomes, ex-volante, nasceu em 13 de maio de 1972, em Uruguaiana (RS).
- Conquistou a Copa do Brasil de 1994 e o Campeonato Gaúcho de 1993 pelo Grêmio; o auge ocorreu em 1995 ao ser campeão brasileiro pelo Botafogo.
- Ainda passou por Benfica, Flamengo, Vasco, Portuguesa, Brasiliense, CRB e encerramento da carreira em 2005, aos 33 anos.
- Desde meados dos anos dois mil atua como empresário no setor de web design em Petrópolis (RJ), com aperfeiçoamentos a partir de 2016.
- Mantém ligação com o futebol: participa de jogos masters, frequenta o Estádio Nilton Santos e guarda identidade futebolística ligada ao Grêmio e ao Botafogo.
Jamir Adriano Paz Gomes, nascido em 13 de maio de 1972, em Uruguaiana (RS), foi volante defensivo do futebol brasileiro na década de 1990. Ele participou de equipes competitivas, com menos exposição midiática, mas atuação eficiente.
Formado no São José, ganhou projeção no Grêmio, integrando o elenco que venceu a Copa do Brasil de 1994 e o Gaúchão de 1993. O papel foi de jogador de elenco, confiável dentro da proposta do time.
O ponto alto ocorreu em 1995, quando foi para o Botafogo e integrou o elenco campeão brasileiro sob comando de Paulo Autuori. Esse título é o marco principal de sua carreira.
Em 1996, Jamir foi para a Europa jogar pelo Benfica, em Portugal, com poucas oportunidades de titular. Seguiu em empréstimos por clubes de médio porte, incluindo Flamengo e Alverca, antes de retornar ao Brasil.
De volta ao Brasil, passou por Vasco, Portuguesa, Brasiliense, CRB e pelo próprio São José, encerrando a carreira em 2005, aos 33 anos. Foi um futebolista estável, sem protagonismo técnico, porém funcional.
Vida após o futebol
Após pendurar as chuteiras, Jamir não migrou para a técnica ou a imprensa esportiva. Optou por atuar como empresário digital, com atuação em uma empresa de web design.
Desde meados dos anos 2000, ele atua como sócio e gestor em Petrópolis (RJ). Realizou aperfeiçoamento em web design a partir de 2016, conectando computação, imagem e fotografia a uma nova profissão.
Mesmo longe dos gramados, Jamir mantém vínculo com o esporte. Participa de jogos másters, frequenta o Estádio Nilton Santos e mantém contato com ex-companheiros do Botafogo, além de guardar lembranças do Grêmio.
Hoje, aos 53 anos, Jamir representa uma transição bem-sucedida: vida estável fora do futebol, sem negar a história que construiu em campo. A paixão pelo esporte continua presente como identidade pessoal.
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