- Cruzeiro ficou no empate em dois a dois com Mirassol, visto como o pior jogo do ano pelo menor número de finalizações (nove) e pelo maior volume de finalizações do adversário (vinte).
- Cássio teve nove defesas, a maior performance do goleiro neste ano, sendo decisive para evitar derrota.
- Mirassol dominou a partida desde o início, apostando na velocidade pelos lados e pressionando a saída de bola celeste.
- A Raposa abriu o placar com Wanderson, em jogada iniciada por Matheus Pereira; Kaio Jorge empatou de pênalti, e Negueba aproveitou sobra de escanteio para marcar o segundo gol.
- Tite e o preparador físico creditam o desgaste de jogadores pela sequência de jogos; o técnico reconhece dificuldades defensivas e o baixo aproveitamento em duelos aéreos, que colaboraram para o desempenho irregular.
O Cruzeiro jogou mal contra Mirassol e ficou no empate em 2 a 2, pela rodada do futebol brasileiro. O confronto ocorreu no Maiol, com o time de Tite jogando ofensivamente sem apresentar padrões e contando com a atuação inspirada do goleiro Cássio, que realizou nove defesas. O resultado mantém o Cruaço na zona intermediária da tabela.
Segundo dados da partida, o Cruzeiro teve seu menor número de finalizações no ano (9) e enfrentou o maior volume de chutes do adversário (20). Cássio foi o jogador mais exigido do jogo, superando qualquer atuação de 2026. O jogo mostrou domínio do Mirassol desde o início, com velocidade pelas laterais e pressão alta na saída de bola celeste.
Desempenho e números
Logo nos minutos iniciais, Cássio salvou o Cruzeiro em duas ocasiões, antes do gol de empate do Mirassol. O confronto também teve o segundo tento do adversário em jogada de escanteio, com conclusão de Fogaça após cobrança ensaiada. A defesa celeste apresentou falhas em setores e clareou brechas na marcação.
Kaio Jorge, principal atacante do Cruzeiro, terminou o duelo com apenas 26 ações e quatro finalizações, mas converteu um pênalti. O lance que abriu o placar apareceu após recuperação de bola de Christian, lançamento de Lucas Romero e assistência de Wanderson para o gol de 1 a 0.
Análise tática
No segundo tempo, o Cruzeiro não conseguiu impor triangulações nem manter consistência ofensiva, repetindo menos padrões de jogo vistos em outras partidas. A equipe pressionou menos a saída de bola e não explorou de forma eficaz as transições verticais.
Após o apito final, o técnico Tite atribuiu o desgaste físico ao cronograma intenso e à presença de Fábio Mahseredjian como preparador físico. Mesmo assim, afirmou que contaria com mudanças para manter o rendimento, destacando que alguns atletas entraram bem e que o time buscou restauração tática.
Contexto e expectativas
A derrota parcial não encerra a discussão sobre a atuação do Cruzeiro, que permanece sob avaliação de desempenho. O confronto demonstrou que, apesar de o técnico ter planejado ajustes, a defesa sofreu contra as ações rápidas do Mirassol, especialmente com bola parada.
O duelo evidenciou que, além do condicionamento, há necessidade de ajuste na leitura de jogo do elenco celeste para os próximos compromissos, em especial contra equipes com perfil similar ao adversário paulista.
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