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Botafogo dispensa funcionários em meio a problemas financeiros da SAF

Demissões de mais de vinte funcionários na SAF do Botafogo visam reduzir custos diante de crise financeira, sinalizando reestruturação para 2026

Botafogo tem John Textor como líder da SAF (Foto: Vítor Silva/Botafogo)
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  • Nesta quinta-feira, 12, o Botafogo iniciou uma redução do quadro de funcionários para cortar custos e buscar equilíbrio financeiro.
  • As demissões atingiram as áreas de marketing, jurídico, sócio-torcedor e relações institucionais, com mais de vinte profissionais informados.
  • o movimento já era visto como inevitável após a saída do CEO da SAF, Thairo Arruda.
  • A diretoria pretende uma nova política de redução de quadro que pode abrir espaço para maior investimento no futebol em 2026, em meio a problemas anteriores com atraso de direito de imagem e FGTS.
  • Em fevereiro, o clube recebeu empréstimo de empresas ligadas a John Textor para contornar questões como o transfer ban da Fifa ligado à dívida com o Atlanta United.

O Botafogo iniciou uma rodada de cortes no quadro de funcionários nesta quinta-feira, 12, para reduzir custos e buscar equilíbrio financeiro da SAF, sob a gestão de John Textor. O movimento não surpreendeu a maioria dos colaboradores.

A demissão atingiu áreas de marketing, jurídico, sócio-torcedor e relações institucionais. Mais de 20 desligamentos foram comunicados, com novas reuniões previstas até o fim da semana para novos cortes.

A saída de Thairo Arruda, ex-CEO da SAF, é apontada como o catalisador para o processo, conforme apurado pelo Lance!. A diretoria avalia o cenário com prioridade na contenção de despesas.

Recalcula rota

Para 2026, Textor e Arruda já indicaram a necessidade de reduzir a folha salarial do elenco, que teve custo elevado em 2024 e 2025. A diretoria também tem apresentado atrasos em direitos de imagem e FGTS.

O clube sustenta que a nova política de redução de quadro pode permitir maior investimento no futebol, segundo informações do ge, corroboradas pelo Lance!. O Botafogo também busca reverter problemas legais.

Em fevereiro, o Botafogo recebeu empréstimo de parceiras de Textor para resolver questões relacionadas a um transfer ban da FIFA, ligado à dívida com o Atlanta United pela compra de Thiago Almada. O ano é visto como etapa de reestruturação.

Perspectivas e contexto financeiro

A operação ocorre em meio a dificuldades financeiras na SAF, com o clube buscando equilíbrio sem comprometer o fluxo de caixa. A gestão aponta que ajustes estruturais são necessários para manter o projeto esportivo.

Fontes próximas ao clube indicam que novas medidas devem tramitar até o fim do mês, com foco em contenção de custos e reorganização interna. Não houve pronunciamento oficial detalhando a extensão dos cortes.

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