- Toto Wolff, chefe da Mercedes, afirmou que a Red Bull é referência após o primeiro dia de testes da F1 de 2026, em Sakhir, no Bahrein.
- Ele apontou dois pontos de preocupação: o gerenciamento de energia do carro e o talento de Max Verstappen, destacando a eficiência da Red Bull.
- Wolff disse que o carro e a unidade de potência (UP) da Red Bull são a referência, e que, com Verstappen, a combinação fica ainda mais forte.
- No fim da manhã, Verstappen teve o melhor tempo, 1m35s433, com Piastri em segundo, 1m35s605, e Russell em terceiro, 1m36s108.
- Em voltas, Carlos Sainz liderou a quilometragem com 77 giros, seguido por Arvid Lindblad com 75 e Verstappen com 65.
A Mercedes reconheceu que a Red Bull se coloca como referência após o primeiro dia de testes da pré-temporada da F1 2026, realizado nesta quarta-feira no circuito de Sakhir, no Bahrein. Toto Wolff apontou dois pontos de preocupação: o gerenciamento de energia do carro e o desempenho de Max Verstappen.
Segundo o dirigente, a combinação entre o carro e a utilização de energia permite à Red Bull usar mais potência nas retas. Com Max Verstappen ao volante, a equipe seria capaz de manter esse ritmo desde o início dos trabalhos, estabelecendo o novo padrão da temporada.
Wolff admitiu que a Mercedes ainda não atinge a eficiência energética da rival, o que orienta a prioridade de desenvolvimento da equipe alemã antes da abertura da corrida. A apreciação veio após o primeiro dia de atividades oficiais.
Verstappen, tempo de referência no Bahrein
O primeiro dia de testes movimentou o Bahrein com Verstappen no topo da tabela de tempos, registrando 1m35s433. Oscar Piastri, da McLaren, ficou em segundo com 1m35s605, seguido por George Russell, da Mercedes, com 1m36s108.
Apesar do tempo de ponta, Verstappen ficou em terceiro em distância percorrida, com 65 voltas. O maior volume de giros foi de Carlos Sainz, da Williams, com 77 voltas, seguido pelo novato Arvid Lindblad, da Racing Bulls, com 75 voltas.
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