- Membros da torcida organizada do Moto Club invadiram o gramado do Estádio Nhozinho Santos na semifinal do Campeonato Maranhense contra o IAPE, após a derrota por 2 a 0 na noite de quarta-feira (11).
- O atacante Andrezinho foi cercado por invasores, e jogadores reservas e a comissão técnica precisaram entrar em campo para proteger os colegas.
- A Polícia Militar do Maranhão (PMMA) foi acionada e dispersou os torcedores com spray de pimenta e balas de borracha; o zagueiro Denílson recebeu atendimento médico após ser atingido.
- Por falta de segurança, o árbitro Paulo José Sousa Mourão encerrou a partida aos 38 minutos do segundo tempo; o IAPE já vencia por 2 a 0 e, somando o placar com o jogo de ida (2 a 1), garantiu vaga na final.
- O episódio teve registro em vídeo amplamente divulgado.
O Moto Club teve a partida contra o IAPE interrompida durante as semifinais do Campeonato Maranhense, nesta quarta-feira (11), no Estádio Nhozinho Santos. A invasão ocorreu após a derrota por 2 a 0, que eliminou o time rubro-negro. A plateia invadiu o gramado e houve agressões a atletas, exigindo a intervenção da Polícia Militar do Maranhão (PMMA).
Testemunhas relataram que, aos 38 minutos do segundo tempo, torcedores pularam o alambrado de vidro e avançaram em direção aos jogadores. O atacante Andrezinho foi cercado e agredido por três invasores. Em seguida, reservas e membros da comissão técnica entraram em campo para proteger os colegas.
A PMMA foi acionada e dispersou os torcedores com spray de pimenta e balas de borracha. O zagueiro Denílson precisou de atendimento médico após ser atingido pelo spray. A situação ficou sob controle alguns minutos depois, com a partida temporariamente suspensa.
Desfecho e apuração inicial
O árbitro Paulo José Sousa Mourão reuniu os capitães Jair, do Moto Club, e Eloir, do IAPE, e decidiu pelo encerramento do jogo. A equipe visitante venceu por 2 a 0 e, somando o resultado de ida (2 a 1), avançou à final do estadual.
A organização do evento deve detalhar próximos passos e eventuais medidas disciplinares. O caso deve ser encaminhado aos órgãos competentes do futebol maranhense para apuração das responsabilidades quanto à segurança no estádio.
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