- A dupla britânica Fear e Gibson terminou em sétimo no programa de dança livre, após um erro técnico logo no início.
- Fear tropeçou durante a coreografia ao som de I’m Gonna Be (500 Miles), levando a queda de posição desde a quarta colocação na dança rítmica anterior.
- A França, com Laurence Fournier Beaudry e Guillaume Cizeron, levou a gold com 225,82 pontos, após obtiver 135,64 na livre.
- Os EUA Madison Chock e Evan Bates ficaram com a prata, com 224,39 pontos, sendo segunda melhor na livre.
- O bronze ficou com Paul Poirier e Piper Gilles, do Canadá, acumulando 217,73 pontos, enquanto Fear e Gibson somaram 204,32.
A dupla britânica Fear e Gibson encerrou sua participação olímpica com um 7º lugar no programa de dança livre, após um início difícil que comprometeu a medalha. A pressão de ser a primeira equipe britânica a subir ao pódio desde 1992 ficou evidente na Arena de Milão.
O problema ocorreu logo no início da apresentação, quando Fear perdeu o equilíbrio durante o twizzle. Um erro técnico sinalizado por uma caixa amarela se repetiu, levando a uma queda na colocação após sair do quarto posto no ritmo para o sétimo na classificação final.
Fear reconheceu o impacto do erro, descrevendo como uma falha cara, ainda nos minutos iniciais. Gibson concordou que ficar aquém do esperado é especialmente duro em Olimpíadas, onde cada erro é amplificado.
Desempenho e contexto da disputa
A França levou o ouro com Fournier Beaudry e Cizeron, somando 225,82 pontos, atingindo o melhor 135,64 na rotina livre. A dupla pós‑troca de nacionalidade enfrenta escrutínio devido a controvérsias envolvendo ex‑parceiros.
O dueto americano de Chock e Bates ficou com a prata, acumulando 224,39 pontos, enquanto a dupla canadense Poirier e Gilles garantiu o bronze com 217,73. Fear e Gibson terminaram com 204,32 pontos, após obterem 118,35 na livre, o que encerrou sua busca pela memória histórica da medalha.
Jon Eley, diretor de performance da British Ice Skating, afirmou que a performance não refletiu a qualidade demonstrada ao longo da temporada, ressaltando o esforço contínuo de Fear e Gibson para aperfeiçoar sequências técnicas durante o treino.
Fear, ao final, marcou uma visão resiliente, dizendo que desejava aproveitar a experiência olímpica para si e para a parceira, mantendo o foco na evolução. A equipe britânica permanece sem medalha olímpica no gelo desde o começo dos anos 90, mantendo o momento de frustração para a delegação.
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