- Vasco perdeu por um a zero para o Bahia, em São Januário, pela terceira rodada do Brasileirão.
- O técnico Fernando Diniz disse estar frustrado e afirmou que o time teve oportunidades suficientes para vencer, mas não converteu.
- o gol do Bahia saiu de uma jogada ensaiada de escanteio; o Vasco não foi bem na marcação, mesmo com a bola mapeada pela organização.
- Substituições no segundo tempo: Marino, GB e Rojas entraram para buscar equilíbrio e intensidade nos lances pelas pontas.
- Diniz defendeu Philippe Coutinho das vaias, chamando o camisa 10 de presente para o clube, e afirmou que a hostilidade é normal quando o time não vence.
O Vasco perdeu por 1 a 0 para o Bahia nesta quarta-feira, em São Januário, pela terceira rodada do Brasileirão. A derrota mantem o time fora da zona de classificação e reacende questionamentos sobre a atuação em casa.
O técnico Fernando Diniz avaliou o desempenho após o apito final. Ele afirmou que a torcida tem direito a vaiar, reconhecendo a frustração pela conclusão das jogadas. Segundo o treinador, o Vasco chegou ao último terço do campo 51 vezes e criou várias oportunidades, mas não converteu.
Analisando o gol do Bahia, Diniz apontou falha no marcador de bolas paradas. O adversário cobrou escanteio ensaiado que resultou em gol, episódio que, segundo o treinador, já estava mapeado pela equipe, embora tenha ocorrido de forma improvisada. Obrigações estratégicas foram discutidas com a comissão técnica.
Sobre as mudanças no segundo tempo, o treinador explicou as entradas de Marino, GB e Rojas, citando a busca por recomposição e variação de jogadas. Marino, segundo Diniz, é jogador com expectativa de entrega, principalmente pelos lados, enquanto GB foi utilizado para reforçar jogos de bola aérea.
Ainda no aspecto individual, Diniz defendeu Coutinho das críticas da torcida, destacando o meia como uma contratação valorizada pelo clube. O técnico ressaltou que a reação dos torcedores é compreensível quando o time não vence, e destacou Pedrinho como peça de impacto da diretoria.
Desempenho defensivo e próximos passos
O treinador afirmou que a defesa não tem sido responsável por abrir claros espaços ao adversário, mas reconheceu que o time sofreu gols em lances de poucas oportunidades. A melhoria, segundo ele, passa pela maior eficiência na finalização e na leitura de jogadas.
Sobre aprendizados, Diniz citou a necessidade de ajustar a marcação em bolas paradas e de explorar melhor o que o time produz ofensivamente, para evitar que as chances fiquem sem conclusão.
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