- Desfases de Jimmy Butler e Jonathan Kuminga abriram espaço para Gui Santos ganhar minutos importantes sob o comando de Steve Kerr.
- Gui passou a atuar como presença no garrafão e como jogador de espaçamento, ajudando na defesa contra atletas maiores.
- A melhoria física é destacada por Draymond Green e Buddy Hield, com Gui líder em pontuação nas últimas sete partidas.
- Ganho de confiança o colocou como armador secundário, com arremessos eficientes e mais assistências, mantendo média de 0,3 ponto por posse nos sete jogos.
- A chegada de Kristaps Porzingis pode reduzir um pouco sua minutagem, e as defesas devem começar a marcá-lo com mais atenção, mas Gui continua peça-chave do elenco.
Gui Santos desponta como peça-chave dos Warriors em meio a desfalques. Sem Jimmy Butler e com a troca de Jonathan Kuminga para o Hawks, o brasileiro ganhou espaço sob o comando de Steve Kerr. Ele atua como presença no garrafão e também oferece espaçamento para arremessos de longa distância.
Aos poucos, Gui ampliou seu diferencial físico e passou a ser mais efetivo na defesa. Compensa a estatura da equipe ao marcar adversários mais altos e tem ganho chance de cumprir funções diversas, inclusive em situações de ataque com o time sem a bola.
Evolução física e papel tático
Nos últimos encontros, colegas de elenco, como Draymond Green e Buddy Hield (também trocado), destacaram a força de Gui e a dificuldade de enfrentar sua marcação. Nas sete partidas recentes, o ala tem figurado entre os líderes de pontuação do time.
Gui também ganhou espaço como organizador secundário, especialmente quando Stephen Curry ficou ausente. Kerr passou a preparar jogadas para ele, que atua como armador adicional e cria alternativas ofensivas sem prender demais a bola.
Contribuição ofensiva e mobilidade
O aproveitamento de Gui em arremessos vem evoluindo, com boa efetividade em catches-and-shoot e drives. A movimentação constante permite infiltrações e assistências, elevando seu impacto sem depender de grandes volumes de ball handler.
Além disso, Gui correu mais de 3,5 quilômetros por jogo nas últimas partidas, superando até Curry em intensidade de movimentação. Esse dinamismo facilita transições rápidas e criação de oportunidades para companheiros livres.
Perspectivas e limitações
Apesar dos números fortes, há alertas. O aproveitamento nos lances livres ficou em 57%, o que pode pesar em jogos mais fechados. O controle de bola em situações de pressão ainda apresenta ajustes, com alguns turnovers.
A expectativa é de que a minutagem de Gui possa oscilar com a chegada de Kristaps Porzingis, que chegou ao time substituindo Kuminga. A presença de dois pivôs pode exigir nova configuração defensiva dos Warriors.
Rumos na temporada
Gui segue como peça central do elenco, com impacto esperado tanto em titularidade quanto vindo do banco. Sua atuação tem chamado atenção de adversários e reforçado a confiança da comissão técnica.
Mesmo com os desafios, Gui Santos mostrou leitura de jogo, cobertura defensiva eficiente e evolução consistente. O jogador demonstra capacidade de manter relevância ao longo da temporada 2025-26.
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