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Onde está Márcio Theodoro, ex-zagueiro do Botafogo?

Do título de 1995 à aposentadoria em 2004, ex-zagueiro Márcio Theodoro rompeu com o futebol e seguiu carreira no setor imobiliário com vida discreta

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Por Revisado por: Luiz Cesar Pimentel
Márcio Paraíso Theodoro integrou o elenco do Botafogo campeão brasileiro de 1995 e construiu carreira sólida em Portugal.
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  • Márcio Paraíso Theodoro, nascido em 19 de fevereiro de 1968, no Rio de Janeiro, despontou no Madureira e brilhou no Botafogo, sendo campeão brasileiro de 1995.
  • Ficou famoso por um erro na final da Taça Guanabara, mas manteve desempenho sólido no clube carioca entre 1994 e 1996.
  • Em 1996, transferiu-se para Portugal, atuando no Marítimo e no Vitória de Guimarães, além de Felgueiras e Portimonense, somando mais de 100 jogos oficiais.
  • Encerrrou a carreira profissional em 2004, aos 36 anos, sem seguir carreira técnica ou jornalística no futebol e mantendo interesse paralelo pelo mercado imobiliário.
  • Hoje, com 57 anos, vive longe dos holofotes, trabalhando com imóveis e adotando uma postura discreta, sem participação frequente na mídia esportiva.

Márcio Paraíso Theodoro, ex-zagueiro do Botafogo, nasceu no Rio de Janeiro em 19 de fevereiro de 1968. Sua carreira teve destaque com o título brasileiro de 1995 pelo Botafogo, mas ficou marcado por um erro na final da Taça Guanabara. A trajetória apresenta uma virada após a aposentadoria, em 2004.

Revelado pelo Madureira, Theodoro despontou como zagueiro alto, com boa leitura defensiva e jogo aéreo. Transferiu-se ao Botafogo em meados dos anos 1990, conquistando o Brasileirão de 1995 e ganhando notoriedade. O episódio da final da Taça Guanabara é apontado como momento conturbado de sua passagem pela equipe.

Carreira no exterior e retorno ao Brasil

Em 1996, Theodoro mudou-se para Portugal e atuou pelo Marítimo, Vitória de Guimarães, Felgueiras e Portimonense. Foram mais de 100 partidas oficiais, com gols e consistência defensiva, em um campeonato conhecido pela exigência tática.

Durante o período em Portugal, consolidou-se como defensor confiável, com várias temporadas em clubes nacionais. Regressou ao Brasil apenas para encerrar a carreira no Portimonense, em 2004, aos 36 anos.

Vida pós futebol

Ao deixar as pistas, Márcio não seguiu carreira no futebol profissional, não atuando como treinador, dirigente ou comentarista. Mantinha interesse pelo mercado imobiliário já durante a carreira e chegou a cursar Engenharia na UFF, abandonando os estudos para se dedicar ao futebol.

Hoje, aos 57 anos, vive longe dos holofotes e raramente concede entrevistas. Trabalha com imóveis e leva uma vida discreta, longe da imprensa esportiva e de atividades no meio do futebol.

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