- O Leicester perdeu seis pontos na Championship por violar regras de lucro e sustentabilidade, ficando em 21º com 32 pontos e fora da zona de rebaixamento apenas pelo saldo de gols.
- A punição foi definida por uma comissão independente e se aplica a um período de três anos, encerrando na temporada 2023/24.
- O clube enfrenta crise financeira após ficar com a maior folha salarial entre rebaixados na história da Premier League; mesmo com recuo de 48%, ainda foi o mais caro da Championship.
- A situação esportiva é ruim: o time não vence há cinco jogos na segunda divisão, houve demissão do técnico Marti Cifuentes e Andy King atua como treinador interino.
- Protestos de torcedores questionam a gestão do clube e apontam responsáveis, com críticas ao presidente Aiyawatt Srivaddhanaprabha, ao diretor de futebol Jon Rudkin e à ex-CEO Susan Whelan.
O Leicester vive uma crise financeira e esportiva após sofrer punição na segunda divisão inglesa. A diferença entre receitas e custos elevou o risco de queda para a terceira divisão. A equipe perdeu seis pontos na Championship por violar regras de lucro e sustentabilidade.
A punição coloca o time em 21º lugar, com 32 pontos, apenas fora da zona de rebaixamento por saldo de gols. A comissão independente rejeitou argumentos internos e manteve a sanção correspondente ao período de três temporadas que encerra na 2023/24.
Segundo analistas, o problema colonializa-se na gestão: folha salarial elevada na Premier League, queda de receita na Championship e investimentos equivocados. O Leicester anunciou revisão de estratégia sem detalhar próximos passos financeiros.
O cenário é agravado pela instabilidade no comando técnico. Marti Cifuentes foi demitido recentemente, e a equipe não definiu substituto. O ex-jogador Andy King atua como treinador interino até definição de um novo staff.
Entre os fatores apontados para a crise, destacam-se contratos milionários para acompanhar rivais, queda de arrecadação com direitos de transmissão e retração de patrocínios. A expectativa é de que os custos continuem desafiando o equilíbrio financeiro.
Os torcedores, que protestaram no King Power Stadium após o rebaixamento, acusam a gestão de responsabilidade. A diretoria, incluindo o presidente Aiyawatt Srivaddhanaprabha e o diretor de futebol Jon Rudkin, enfrenta pressão interna desde a saída da ex-CEO Susan Whelan.
A direção afirmou que a sanção é desproporcional e anunciou que avaliará próximos passos. Enquanto isso, o time segue lutando pela permanência na Championship, com o objetivo de reagrupar ganhos esportivos e financeiros. Fontes próximas ao clube citam avaliação de opções para equilibrar orçamento e elenco.
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