- Gustavo Heide derrotou Gabriel Diallo, número 39 do ranking, por 7/6 (7-4), 3/6 e 7/6 (7-3), em 2h40, garantindo o empate do Brasil na Davis Cup diante do Canadá.
- O resultado mantém o Brasil no confronto da fase qualificatória do Grupo Mundial da Davis Cup contra o Canadá.
- Pouco antes, João Lucas Reis perdeu para Liam Draxl, em duplo 6/3.
- No sábado, o confronto recomeça com as duplas, com Rafael Matos e Orlando Luz favoritos contra Draxl e Cleeve Harper, seguido de Reis x Diallo e, se necessário, Heide frente Draxl.
- O vencedor do confronto enfrentará França ou Eslováquia na segunda rodada classificatória; quem perder disputará o Grupo Mundial I em setembro, para permanência na elite.
Gustavo Heide teve atuação destacada sobre o piso sintético coberto em Vancouver e venceu Gabriel Diallo, número 39 do ranking, por 7/6 (7-4), 3/6 e 7/6 (7-3), em 2h40 de partida. Foi a segunda vitória relevante do paulista no circuito masculino.
O resultado garantiu o empate do Brasil no confronto diante do Canadá pela fase qualificatória do Grupo Mundial da Copa Davis. Pouco antes, João Lucas Reis havia perdido para Liam Draxl, em sets diretos.
A sequência do confronto aponta duplas favoritas: Rafael Matos e Orlando Luz enfrentam Draxl e Cleeve Harper, seguido pelo duelo entre Reis e Diallo. Caso haja necessidade de uma quinta partida, Heide encara Draxl.
Desempenho letal no tiebreak
Heide abriu o primeiro set com saque firme, vencendo 21 de 25 pontos com o primeiro serviço e anotando seis aces. Diallo, com 2,02 m de altura, teve maior aproveitamento do saque inicial, mas o brasileiro manteve pressão no saque e no forehand, vencendo o tiebreak.
No segundo set, o brasileiro abriu com 40-0, mas sofreu quebras e não conseguiu reverter. Mesmo assim, manteve consistência no saque, vencendo 14 dos 17 pontos com o primeiro serviço, e mostrou equílibrio diante de momentos de pressão.
O terceiro set repetiu a dominante dos sacadores, com o nível alto de precisão de Heide. Em algumas passagens, ele teve que salvar ofensivas do canadense, mas manteve o controle das trocas e chegou ao tiebreak decisivo, onde brilhou na devolução e na gestão dos pontos. Diallo cometeu mais erros decisivos.
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