- Kim Clijsters criticou a gestão da carreira de Emma Raducanu em seu podcast, destacando a recorrente troca de treinadores.
- Raducanu já teve oito técnicos em cinco anos, sendo o último, Francis Roig, contratado por seis meses e encerrado após o Australian Open.
- Atualmente, Raducanu disputa as quartas de final do WTA de Cluj-Napoca sem um técnico definido.
- Clijsters questionou quem toma as decisões por trás da jogadora e comparou a situação a um clube de futebol, em que mudanças ocorrem com frequência.
- A ex-número um aconselhou Raducanu a buscar uma relação de coaching de longo prazo e dar tempo para o treinador produzir resultados.
Em 2021, Emma Raducanu surpreendeu ao vencer o US Open aos 18 anos, ganhando status de promessa no tênis. Nos anos seguintes, a britânica passou por oito treinadores em um período de cinco anos. A crítica vem à tona no podcast Love All, com a participação de Kim Clijsters, ex-nº 1 do ranking.
O último treinador de Raducanu foi Francis Roig, com quem a parceria durou cerca de seis meses. A relação foi encerrada após o Australian Open, e a atleta de 23 anos segue sem um técnico definido, aparecendo nas quartas de final do WTA de Cluj-Napoca.
No podcast, Clijsters questiona quem toma as decisões no staff da britânica, levantando dúvidas sobre a atuação do agente, da família ou da própria atleta. Ela aponta a presença de profissionais que dedicam tempo ao desenvolvimento técnico e tático, ressaltando que mudanças frequentes podem atrapalhar a evolução.
A ex-nº 1 compara o cenário com uma montagem típica de clubes de futebol, onde mudanças de treinador costumam ocorrer após fases ruins. Ela recomenda que Raducanu busque um vínculo técnico estável, com foco em relacionamento de longo prazo, para que o treinador tenha tempo de produzir resultados.
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