- Na final da Supercopa de Brasil de 2026, Carrascal foi expulso no retorno do intervalo após revisão do VAR.
- O lance ocorreu no fim do primeiro tempo; Carrascal acertou cotovelada em Breno Bidon, levando o apito final da etapa.
- O árbitro Rafael Klein revisou as imagens no monitor e confirmou a agressão antes de reiniciar a partida.
- Pela regra da IFAB, a autoridade do árbitro se estende ao intervalo e o VAR pode recomendar expulsão antes do reinício.
- Como a expulsão ocorreu no intervalo, o Flamengo não pôde fazer substituição e volta ao segundo tempo com dez jogadores.
Um lance incomum marcou a final da Supercopa do Brasil de 2026, entre Flamengo e Corinthians, em Brasília. No retorno do intervalo, o meia Jorge Carrascal foi expulsos, depois de uma revisão do VAR. O árbitro Rafael Klein confirmou a agressão e mostrou o cartão vermelho direto.
Nos instantes finais do primeiro tempo, Carrascal acertou uma cotovelada no rosto de Breno Bidon, do Corinthians. O árbitro encerrou a etapa e as equipes foram aos vestiários, sem saber que a expulsão seria validada na entrada do segundo tempo.
A regra valeu, segundo a IFAB: a autoridade do árbitro se estende ao intervalo, com o VAR podendo indicar revisão antes do reinício. A expulsão aconteceu ainda antes do retorno à partida, conforme a decisão revisada.
Impacto para o Flamengo
Se o cartão vermelho for confirmado no intervalo, o Flamengo inicia o segundo tempo com um jogador a menos, sem possibilidade de substituição, segundo as regras vigentes. O time permanece com 10 atletas ao recomeçar a partida.
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