- A Nix Biosensors lançou o Nix Hydration Biosensor, formado por um pod eletrônico recarregável e um adesivo patch, com leituras que vão para um app e foco na hidratação durante o treino.
- Existem os modelos Nix Solo (uso individual) e Nix Pro (uso em grupo), com autonomia de até 36 horas e leitura em tempo real para orientar ingestão de água e eletrólitos.
- O sensor é indicado para treinos de 45 minutos ou mais, incluindo hot yoga e ambientes de calor extremo; as leituras de eletrólitos são estimativas que dependem de calibração.
- O uso não substitui acompanhamento profissional: é ferramenta recreativa que oferece referência para treinos, hidratação e segurança, com limitações de ajuste e tipo de atividade.
- Avaliações independentes sugerem possíveis desvios na extrapolação de suor para o corpo todo; a ideia prática é oferecer hidratação mais precisa e maior autonomia para ajustar rotina e recuperação.
O Nix Hydration Biosensor é a aposta da startup americana Nix Biosensors para monitorar a hidratação durante a prática de exercícios. O sistema combina um pod eletrônico recarregável com um adesivo descartável aplicado no braço e transmite dados para um aplicativo. Não é equipamento médico.
A empresa lançou modelos voltados ao uso individual e em grupo: Nix Solo e Nix Pro. A autonomia chega a até 36 horas, e o aparelho é pensado para atividades de 45 minutos ou mais, com ênfase em treinos sob calor e altas temperaturas, incluindo hot yoga. As leituras indicam ingestão de água e eletrólitos com base no suor, sujeitas a calibração.
O funcionamento envolve leituras de eletrólitos que são estimativas, já que a calibração depende do contexto da pessoa e da sessão. Dados são apresentados no app para orientar quando, o que e quanto beber, mas não substituem avaliação clínica. A leitura de sódio, por exemplo, pode vir como estimativa baseada em referências científicas.
Uso em grupo e personalização
O Nix Solo foca no monitoramento individual, registrando perdas de fluido e eletrólitos ao longo de sessões. O Nix Pro, por sua vez, oferece uma visão compartilhada para treinadores, equipes ou operações expostas ao calor, com foco em desempenho coletivo e ajustes em tempo real.
O fabricante alerta que o biossensor é recreativo, não médico, e que limitações podem ocorrer conforme características físicas, ajuste do dispositivo e intensidade da atividade. As leituras devem ser interpretadas com cuidado, como referência para treino e segurança, não diagnóstico.
Contexto técnico e aplicações reais
Entidades independentes destacam que as leituras podem subestimar certos componentes e que extrapolações de suor local para o corpo inteiro geram erros em sudorese alta. Mesmo assim, já há uso em estúdios de hot yoga, onde o calor eleva a perda de suor e tende a desafiar a percepção do atleta.
Em cenários práticos, a tecnologia busca reduzir erros por excesso de confiança e proporcionar maior autonomia na reposição e recuperação, com base no próprio corpo. O objetivo é oferecer hidratação mais precisa para perfis com maior exposição ao calor, treinos longos e histórico de cãibras.
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