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Atleta da Tanzânia vence São Silvestre; Nubia de Oliveira fica em 3º

Sisilia Ginoka Panga vence pela primeira vez com 51:09; Nubia de Oliveira repete o terceiro lugar, em 52:42, na São Silvestre de 2025

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Por Revisado por: Luiz Cesar Pimentel
Nubia de Oliveira celebra com a bandeira do Brasil o terceiro lugar na São Silvestre 2025 – foto: Paulo Pinto/Agência Brasil
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  • A Tanzânia Sisilia Ginoka Panga venceu a São Silvestre feminina, com tempo de 51 minutos e 09 segundos, em sua primeira participação na prova.
  • A brasileira Nubia de Oliveira ficou em terceiro lugar, repetindo o resultado de 2024, com tempo de 52 minutos e 42 segundos.
  • A segunda colocação ficou com a queniana Cynthia Chemweno, que completou em 52 minutos e 30 segundos, repetindo a posição do ano anterior.
  • A quarta posição foi da peruana Gladys Tejeda Pucuhuaranga; a quinta, da queniana Vivian Jeftanui Kiplagati.
  • O Brasil não vence a São Silvestre há quase vinte anos; a última vitória brasileira foi de Lucélia Peres, em 2006.

A Corrida Internacional de São Silvestre, realizada em São Paulo, teve a vitória de Sisilia Ginoka Panga, da Tanzânia, na prova feminina. Nubia de Oliveira, do Brasil, ficou em 3º lugar, repetindo o resultado da edição anterior. O tempo de Nubia foi de 52 minutos e 42 segundos.

A a vencedora dominante liderou a prova desde o início, mantendo ritmo forte e abrindo vantagem sobre as adversárias ao longo do percurso. Foi a primeira participação de Sisilia na São Silvestre, marcando uma performance expressiva.

A queniana Cynthia Chemweno ficou na segunda posição, repetindo o mesmo posto de 2024, com tempo de 52 minutos e 30 segundos. A disputa manteve-se acirrada entre as favoritas até a chegada.

Podium e marcas

A quarta colocação ficou com a peruana Gladys Tejeda Pucuhuaranga, e a quinta foi para a queniana Vivian Jeftanui Kiplagati. Os tempos dos demais concorrentes não foram informados nesta apuração.

Contexto histórico

Há quase 20 anos o Brasil não sobe ao topo da São Silvestre feminina. A última vitória brasileira foi de Lucélia Peres, em 2006, reforçando uma ausência de título nacional na prova.

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