- O Atlético-MG investiu mais de R$ 120 milhões em atacantes em 2025, contratando cinco jogadores em definitivo e um por empréstimo.
- Junior Santos foi o reforço mais caro, cerca de R$ 48 milhões, mas teve lesões e não rendeu como no Botafogo em 2024.
- Cuello chegou no fim de janeiro, adaptou-se bem e foi peça-chave, mas sofreu lesão grave no tornozelo no terço final; recuperação rápida e expectativa de retorno em 2026.
- Rony atuou em várias funções e manteve entrega, porém críticas pela quantidade de chances desperdiçadas; a permanência em 2026 permanece incerta.
- Dudu destacou-se na reta final com Sampaoli, enquanto Biel não rendeu e seu futuro é incerto; João Marcelo teve poucas oportunidades e foi emprestado ao Shabab Al-Ahli com opção de compra.
O Atlético-MG investiu mais de R$ 120 milhões em atacantes durante 2025 para reforçar o setor ofensivo. O clube contratou cinco jogadores em definitivo e um por empréstimo, distribuídos entre as janelas do início e do meio do ano. O objetivo era ampliar o protagonismo no ataque e renovar o elenco.
O saldo financeiro ficou marcado por grandes valores despendidos. Junior Santos foi a contratação mais cara, desembolsando em torno de 8 milhões de euros (cerca de R$ 48 milhões). Rony veio por cerca de R$ 40 milhões. Os demais reforços vieram com custos menores, enquanto Biel chegou por empréstimo com obrigação de compra condicionada.
Cuello, João Marcelo, Dudu e Biel passaram por caminhos distintos no ano. Cuello teve início promissor, com passos consistentes, mas enfrentou lesão no terço final. Já João Marcelo chegou com alto custo inicial, recebeu poucas oportunidades e foi emprestado ao Shabab Al-Ahli. Dudu, que veio do Cruzeiro, ganhou confiança com Sampaoli e foi titular em boa parte do fim da temporada. Biel não atingiu as expectativas e teve atuação irregular, com críticas pela torcida.
Desempenho dos reforços
Junior Santos foi o substituto de referência para o setor ofensivo, mas sofreu com lesões e não repassou ao Galo o nível visto no Botafogo 2024. Situação clínica e de forma prejudicaram, de forma que não correspondeu às expectativas.
Cuello se consolidou como peça-chave em boa parte da temporada, antes de sofrer lesão grave no tornozelo. Recuperado, retorna com expectativa para 2026.
Rony atuou com alta minutagem, exercendo várias funções no ataque. Entretanto, as atuações geraram críticas pela quantidade de chances desperdiçadas, mantendo a permanência no elenco em aberto para 2026.
João Marcelo chegou em março, custou cerca de R$ 3 milhões, mas disputou apenas 11 jogos. O espaço limitado levou ao empréstimo de um ano ao Shabab Al-Ahli, com opção de compra.
Dudu teve momentos de protagonismo na transição entre Cuca e Sampaoli, tornando-se titular e participando de jogos decisivos. O desempenho positivo ajudou a consolidar a titularidade no período final.
Biel chegou em julho por empréstimo com obrigação de compra caso metas sejam atingidas. Não conseguiu se firmar, vikado por erros que reforçam a indefinição sobre o futuro na próxima temporada.
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