- A LFU realizou reunião com 11 clubes da última Série A e apresentou os resultados da venda dos direitos de transmissão da temporada 2025.
- Houve crescimento de R$ 460 milhões na receita de direitos de TV em relação a 2024 e aumento de 55% na média de receita.
- A diferença entre o clube que mais arrecada e o de menos arrecadação caiu para 1,97x, menor registro da história, frente a 6,25x em 2024.
- O índice ficou mais próximo da Premier League (1,7x) do que da La Liga (3,5x).
- Dez dos onze clubes faturaram R$ 100 milhões ou mais; cinco atingiram R$ 150 milhões ou mais; todos cresceram de valor.
A Liga Forte União (LFU) apresentou, no fim de semana, os resultados financeiros da venda dos direitos de transmissão do Brasileirão 2025. A reunião reuniu 11 clubes filiados à LFU, parte da última Série A.
A comercialização dos direitos de TV registrou um aumento de 460 milhões de reais em relação a 2024, além de um crescimento de 55% na receita média por clube. Os números mostram a menor diferença de arrecadação entre os clubes, em 1,97 vez, ante 6,25 vezes em 2024.
A LFU destacou que a diferença entre o principal e o menor arrecadado ficou mais próxima de modelos internacionais, como a Premier League (1,7x) e menos distante de ligas com maior disparidade, como a La Liga (3,5x).
Entre os participantes, estavam clubes como Botafogo, Ceará, Corinthians, Cruzeiro, Fluminense, Fortaleza, Internacional, Juventude, Mirassol, Sport e Vasco. Os dados completos foram apresentados durante a reunião e repetem o avanço em equilíbrio e planejamento.
Marcelo Paz, presidente da LFU e CEO da SAF do Fortaleza, ressaltou a transformação observada e o alinhamento com práticas globais de distribuição de receitas. Alessandro Barcelos, presidente do Internacional, destacou o ganho de previsibilidade para o planejamento.
Segundo a entidade, todos os 11 clubes da LFU tiveram incremento de receita com os direitos de TV, com dez deles acima de 100 milhões de reais e cinco acima de 150 milhões. O conjunto dos clubes também cresceu em valor, mesmo considerando a participação de investidores estratégicos.
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