- A paradinha no saque, conhecida como saque fake, foi testada pela Federação Internacional de Voleibol (FIVB) nesta temporada durante a Liga das Nações e o Mundial, mas ainda não foi oficializada no regulamento 2025–2028 nem na Superliga.
- Nos testes, os jogadores podem se movimentar ao lançar a bola para facilitar o passe; a mudança visa acompanhar o dinamismo do voleibol moderno, embora ainda dependa de aprovação em congresso mundial da FIVB.
- Um exemplo que ganhou repercussão ocorreu na partida entre São José e Monte Carmelo, com o oposto Hisham Ewais fingindo o lançamento durante o saque; a jogada foi validada pela arbitragem no lance específico.
- A implementação ainda não consta formalmente nos regulamentos da Superliga de Vôlei, gerando dúvidas entre atletas e torcedores e exigindo registro escrito pelas entidades envolvidas.
- A Confederação Brasileira de Voleibol (CBV) e clubes discutem a mudança, enquanto a ética e o fair play são alvo de debate entre treinadores e público, com avaliações ainda pendentes de aprovação oficial.
A paradinha, já polêmica no futebol, chegou às quadras de vôlei como saque fake durante testes da FIVB. A mudança visa permitir a troca de posição durante o saque, para tornar o passe mais ágil, conforme avaliação em eventos como a VNL e o Mundial.
Durante as fases de teste, atletas podem se mover ao lançar a bola para facilitar a recuperação do passe. No entanto, o regulamento 2025–2028 ainda não foi atualizado, nem a Superliga adota oficialmente a prática. A decisão depende do congresso da FIVB.
O caso que ganhou destaque envolve o oposto egípcio Hisham Ewais, do Uberlândia, em partida da Superliga entre São José e Monte Carmelo. Ele simulou o lançamento, mas não soltou a bola, gerando ponto para o oponente. A jogada foi validada pela arbitragem sob o protocolo de teste.
Situação regulatória
A FIVB já testa a troca de posição durante o saque em VNL e Mundial, com o objetivo de modernizar o jogo. Caso aprovadas, as mudanças só entrariam em vigor após o próximo congresso mundial. Até lá, nada muda nas regras oficiais da Superliga, ainda sob avaliação pela CBV e clubes.
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