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Escola do hip hop forma jovens em dança e cultura urbana

Programa voluntário do MEC incentiva a incorporação do Hip Hop nas redes de ensino, alinhando as leis 10.639/2003 e 11.645/2008 e formação de docentes

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  • O Programa Escola Nacional de Hip Hop promove inovação curricular ao valorizar pedagogias e culturas do Hip Hop, com formação continuada de professores e alinhamento às leis 10.639/2003 e 11.645/2008 que tornam obrigatório o ensino de história e cultura afro-brasileira, africana e indígena na educação básica.
  • Objetivos: fomentar o protagonismo juvenil, enfrentar desigualdades educacionais com inovações pedagógicas, implementar as leis, integrar saberes tradicionais, populares e científicos nos currículos e apoiar redes de ensino na utilização do Hip Hop como instrumento didático.
  • Princípios: compromisso com a equidade, respeito à diversidade e inclusão, reconhecimento do Hip Hop como inovação pedagógica, colaboração entre entes federados e protagonismo juvenil na implementação.
  • Diretrizes: garantir diversidade de saberes no cotidiano escolar, fortalecer o protagonismo juvenil, criar mecanismos de colaboração entre os entes, avaliar e monitorar as ações e integrar saberes científicos, tradicionais e periféricos.
  • Adesão: voluntária para redes de ensino estaduais, municipais e distrital, mediante adesão por instrumento do Ministério da Educação; período e link devem ser divulgados em gov.br/mec.

A Escola Nacional de Hip Hop é um programa que busca inovar a educação ao valorizar e integrar pedagogias e culturas do Hip Hop. O foco está na formação continuada de docentes e no alinhamento com as leis que tornam obrigatórios o ensino da história e cultura afro-brasileira, africana e indígena.

O programa promove a educação como meio de fortalecer redes de ensino e reduzir desigualdades. A iniciativa visa alinhar conteúdos curriculares com saberes tradicionais, populares e científicos, usando o Hip Hop como ferramenta pedagógica.

Objetivos

O programa visa fomentar o protagonismo de estudantes nas redes de ensino e enfrentar desigualdades educacionais por meio de inovações pedagógicas. Também atua na implementação das leis 10.639/2003 e 11.645/2008, que incluem história e cultura afro-brasileira, africana e indígena.

Outra meta é integrar saberes diversos nos currículos da educação básica. Além disso, busca apoiar redes de ensino na utilização do Hip Hop como recurso didático, fortalecendo a formação contínua de profissionais da educação.

Princípios

A iniciativa prioriza equidade no acesso, permanência e aprendizagem. Também enfatiza respeito à diversidade, à pluralidade de ideias e à inclusão. Reconhece o Hip Hop como inovação pedagógica e curricular.

A colaboração entre entes federados é valorizada, assim como o protagonismo juvenil na implementação dos programas educacionais.

Diretrizes

As diretrizes asseguram a diversidade de saberes no cotidiano escolar. O programa reforça o protagonismo juvenil e estabelece mecanismos de cooperação entre os entes federados. Conta com avaliação e monitoramento das ações.

O Hip Hop é reconhecido como inovação pedagógica e curricular, integrando saberes científicos, tradicionais e periféricos nos currículos.

Adesão

A adesão ao Programa é voluntária para redes de ensino estaduais, municipais e distritais. O processo ocorre por meio de um instrumento próprio disponibilizado pelo MEC. O período e o link de adesão serão divulgados no gov.br/mec.

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