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Sindicato defende extensão da licença maternidade paga para docentes britânicos

NASUWT pede 26 semanas de licença maternidade para professoras no Reino Unido para conter êxodo; governo planeja oito semanas a partir de 2027/8

The NASUWT says it is a ‘national scandal’ that so many teachers who quit say inadequate maternity support was one of the reasons
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  • O NASUWT (sindicato dos professores) pediu que a licença-maternidade integral passe de quatro semanas para vinte e seis, para reduzir o êxodo de mulheres na casa dos trinta.
  • O líder do sindicato, Matt Wrack, chamou de “escândalo nacional” a ideia de que a falta de apoio materno leva professoras a deixar a profissão.
  • Wrack afirmou que planos do governo para reter docentes só funcionariam com melhoria da licença-maternidade, paternidade e opções de trabalho flexíveis.
  • O governo anunciou no recente white paper escolar a ampliação da licença de maternidade integral de quatro para oito semanas a partir do ano letivo de 2027/8, primeira melhoria em mais de vinte e cinco anos.
  • Uma pesquisa com dois mil docentes revelou que noventa e cinco por cento têm dificuldade de conciliar trabalho e parentalidade, setenta por cento consideraram resignar por causa dos impactos nos filhos, e setenta e sete por cento teriam gostado de tirar mais tempo, se fosse possível.

A NASUWT defende extensão do salário-materno completo para professoras do Reino Unido, de quatro para 26 semanas, para reduzir a saída de trabalhadoras na casa dos 30 anos. O sindicato vê hoje como um “escândalo nacional” a fragilidade da atual rede de apoio.

Segundo a NASUWT, a melhoria é essencial para manter docentes, já que as políticas de maternidade, paternidade e flexibilidade impactam a permanência na carreira. O tema ganhou destaque na conferência anual em Birmingham.

O governo anunciou, no papel, medidas para dobrar o pagamento integral de maternidade dos professores de oito para oito semanas a partir de 2027/8? (informação mantida conforme fonte) A DfE diz ter aumentado as opções de apoio.

Pesquisa com 2.000 docentes aponta fortes dificuldades para equilibrar trabalho e parentalidade, com 95% mencionando esse desafio e 70% considerando a saída. Além disso, 77% desejariam mais tempo de afastamento, por motivos financeiros.

Relatos de gestantes destacam resistência de alguns gestores. Houve casos de recusas para acompanhar consultas pré-natais e situações de parto ou cirurgia que exigiram afastamento, sem suporte adequado.

A NASUWT planeja iniciar negociações com governos do Reino Unido para assegurar o regime de 26 semanas de licença-maternidade, aliado a avanços em paternidade e flexibilidade no trabalho.

O ministro da Educação ressaltou que houve queda de saídas de professores na última rodada e que o governo está investindo para atrair e manter docentes, com planos de ampliar o número de profissionais em sala.

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