- Leonardo Barchini, 50 anos, assumiu o cargo de ministro da Educação nesta quinta-feira (2), substituindo Camilo Santana, que deixou o posto para se dedicar às eleições de outubro.
- Barchini tem mais de trinta anos de atuação como analista de carreira e trabalhou no CAPES desde 2002; é bacharel em direito e mestre em ciências sociais pela Universidade de Brasília, além de doutorando em Governança e Transformação Digital.
- Possui passagem por cargos estratégicos no Ministério da Educação e atuou como secretário-executivo e chefe de gabinete de Camilo Santana; também atuou na Prefeitura de São Paulo como secretário de Relações Internacionais e Federativas.
- Em suas primeiras declarações, destacou o aumento de R$ 2,5 bilhões no orçamento da CAPES no primeiro ano da gestão atual, afirmando que ajudou a normalizar pagamento de bolsas e garantiu reajustes históricos.
- Reforçou a defesa da ciência, lembrando crises anteriores na CAPES e destacando o papel da comunidade científica e de universidades públicas na sua sobrevivência; mencionou o início da carreira organizando a avaliação da pós-graduação.
Leonardo Barchini, 50, assumiu nesta quinta-feira (2) o Ministério da Educação, substituindo Camilo Santana, que abriu mão do cargo para disputar as eleições de outubro. A nomeação foi anunciada previamente e o novo ministro já está em exercício.
Barchini tem mais de 30 anos de carreira na administração pública e atuou como servidor do CAPES desde 2002. É bacharel em Direito, mestre em Ciências Sociais pela UnB e doutorando em Governança e Transformação Digital. Já ocupou cargos estratégicos no MEC em diferentes gestões.
Antes do MEC, exerceu funções na Prefeitura de São Paulo, como secretário de Relações Internacionais e Federativas. No passado, atuou como secretário-executivo e chefe de gabinete de Santana, consolidando experiência em gestão educacional em esferas federal e municipal.
Em suas primeiras declarações, o ministro destacou o esforço do governo para recompor o orçamento da CAPES, anunciando incremento de 2,5 bilhões de reais no primeiro ano da gestão. O objetivo é normalizar o pagamento de bolsas e garantir reajustes históricos.
Barchini afirmou que houve aumento de bolsas na média de 70% após uma década sem reajustes significativos, reforçando a CAPES como patrimônio da ciência brasileira e ressaltando a importância da instituição para a pós-graduação.
Durante cerimônia de lançamento de um selo dos Correios pelos 75 anos da CAPES, o ministro lembrou as crises enfrentadas pela fundação e o papel da mobilização da comunidade científica e de professores de universidades públicas na sua sobrevivência.
Ele recordou ainda o início da carreira na “menina dos olhos” do MEC, ao mencionar a missão de reorganizar a avaliação da pós-graduação brasileira com apoio de pesquisadores internacionais de alto nível.
Segundo Barchini, a primeira missão na CAPES foi receber delegação de pesquisadores estrangeiros de alto gabarito para promover uma virada na avaliação da pós-graduação, destacando o papel institucional da fundação no cenário educacional.
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