- O governo Lula mudou as regras do Prouni: cotistas concorrerão, primeiro, às bolsas de ampla concorrência; se não atingirem a nota, passam às bolsas destinadas às políticas afirmativas.
- O aluno precisa indicar se tem perfil para as bolsas de políticas afirmativas, que incluem pessoas com deficiência e autodeclarados indígenas, pardos ou pretos.
- O anúncio ocorreu durante evento em São Paulo que celebra 21 anos do Prouni e 14 anos da Lei de Cotas, com a presença de Fernando Haddad e ministros, entre eles Anielle Franco e Camilo Santana, além do vice-governador Geraldo Alckmin.
- O Prouni registra baixos índices de acesso: a ociosidade chega a quase 25% nas bolsas integrais presenciais; em educação a distância, 70% dessas bolsas ficaram ociosas no último ano.
- O Ministério da Educação anunciou apoio de 1.000 cursinhos populares, com investimento de 290 milhões de reais, e previsão de auxílio permanência de 200 reais por mês aos estudantes atendidos.
O governo de Luiz Inácio Lula da Silva anunciou mudanças no Prouni, que oferece bolsas integrais e parciais em universidades privadas para alunos da rede pública e de baixa renda. A medida altera a fila de elegibilidade dos cotistas, com prioridade inicial às bolsas de ampla concorrência. Se não houver vaga nessa modalidade, o estudante passa a concorrer às bolsas de políticas afirmativas. O objetivo é ampliar as chances de ingresso no ensino superior.
O aluno cotista deverá informar se tem perfil para concorrer às bolsas de políticas afirmativas, que abrangem pessoas com deficiência e autodeclarados pretos, pardos ou indígenas. O anúncio foi feito durante evento em São Paulo que celebrou os 21 anos do Prouni e 14 anos da Lei de Cotas, com a presença de Lula, do ex-ministro e pré-candidato ao governo de SP, Fernando Haddad, e dos ministros Anielle Franco e Camilo Santana, além do vice-governador Geraldo Alckmin.
Dados de acesso ao programa apontam desafios relevantes. O Prouni registrou ociosidade de quase 25% nas bolsas integrais presenciais, segundo o portal UOL. Em cursos a distância, cerca de 70% das bolsas integrais ficaram ociosas no ano anterior, conforme o Mapa do Ensino Superior 2026. Especialistas destacam a necessidade de aperfeiçoamentos.
Cursinhos populares também ganharam destaque. O MEC anunciou apoio a 1.000 cursinhos, com investimento de cerca de R$ 290 milhões. O programa CPOP ampliará apoio técnico e financeiro a instituições que ajudam estudantes de baixa renda a se preparar para o Enem, acompanhando pagamento de auxílio- permanência de R$ 200 por mês aos alunos.
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