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Refeições escolares na Inglaterra dominadas por opções para levar: pizza e rolinhos de salsicha

Estudo apoiado por Jamie Oliver aponta que comida rápida domina cantinas inglesas, substituindo refeições sentadas e suscitando preocupações sobre obesidade e foco escolar

Foods that are easily eaten on the move, such as pizza slices and paninis, are often less nutritious than a full meal.
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  • Em escolas secundárias da Inglaterra, refeições rápidas como fatias de pizza, rolinhos e paninis dominam o refeitório, em vez de refeições servidas presencialmente.
  • Um estudo apoiado por Jamie Oliver aponta que alimentos de conveniência substituem o prato principal, com opções menos nutritivas ganhando espaço devido à rapidez e ao custo.
  • A pesquisa Bite Back, que ouviu dois mil alunos, indica que sessenta por cento compram opções “grab-and-go” no almoço pelo menos uma vez por semana; quarenta por cento repetem a compra três a cinco vezes por semana.
  • O relatório alerta que itens pouco nutritivos, com alto teor de carboidratos, costumam violar padrões de alimentação escolar, pressionando as escolas a priorizar conveniência e lucro.
  • Autoridades e organizações defendem fiscalização mais efetiva e mudanças nos padrões alimentares, com o governo avaliando revisões e a possibilidade de monitoramento por entidades como Ofsted, para assegurar refeições mais saudáveis.

Pupilos da Inglaterra estão substituindo refeições sentadas por opções rápidas no refeitório escolar, com fatias de pizza, rissóis e paninis dominando o almoço. O estudo apoiado por Jamie Oliver aponta que a cultura de comida para levar é comum em escolas secundárias e tende a ser menos saudável.

A pesquisa, realizada pela Bite Back, ouviu 2.000 estudantes, além de docentes e diretores, e analisou cardápios. O relatório revela que 60% dos alunos compram opções de comida para levar pelo menos uma vez por semana, e 32% fazem isso na pausa da manhã.

Segundo a Bite Back, itens rápidos ocupam espaço significativo no cardápio, mesmo quando não cumprem os padrões de alimentação escolar. A organização afirma que a prática prioriza conveniência e lucratividade em detrimento da nutrição.

D’Arcy Williams, CEO da Bite Back, aponta falhas na fiscalização dos padrões de alimentação escolar e responsabilização. Segundo ele, sem monitoramento eficaz, regras de saúde infantil são ineficientes e a cultura de comida rápida se institucionaliza.

Oliver, que defende refeições escolares mais saudáveis há anos, diz que o que as crianças comem na escola impacta saúde, confiança e aprendizado. O estudo é visto como alerta para eventuais ajustes na política de alimentação escolar.

Em meio a isso, autoridades avaliam mudanças para melhorar as refeições escolares, incluindo possíveis revisões de padrões para reduzir gordura, sal e açúcar. Grupos de fiscalização defendem maior monitoramento por órgãos como Ofsted ou o FSA.

Shalom, estudante de 17 anos e ativista da Bite Back, descreve a cafeteria como o ponto mais movimentado no horário de almoço, com opções como sanduíches embalados, pizza e refrigerantes dominando os olhos dos alunos e, com frequência, deixando a comida principal em segundo plano.

A Bite Back afirma que contratos de longo prazo com grandes empresas de alimentos podem ampliar a oferta de itens pouco nutritivos. A pasta de educação britânica afirma trabalhar para melhorar a qualidade das refeições, incluindo a universalização de refeições gratuitas para famílias de baixa renda.

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